quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Açúcar do bem: o que ter atenção na hora de adoçar

 O açúcar é necessário ao organismo, com ou sem diabetes o corpo precisa dessa substância, o segredo é a moderação.
Gostei desta reportagem e coloquei aqui pra gente ;)

 

O açúcar já foi apontado como vilão diversas vezes. No entanto, não precisa ser assim. Como lembra o site MdeMulher, uma dose dele é capaz de fornecer energia, espantar a tristeza e até o estresse. Isso acontece porque ele eleva a produção de substâncias que trazem bem-estar, como a serotonina.

O perigo está no excesso, que pode acarretar em obesidade, doenças do coração, diabetes e até envelhecimento da pele. E os brasileiros precisam se cuidar, pois o país consome mais açúcar que os americanos, considerados os reis do doce. Por ano, cada brasileiro ingere perto de 55 kg.

E o adoçante também traz suas desvantagens. Aspartame, sacarina e ciclamato podem, sim, aumentar o ganho de peso, uma vez que "enganam" o cérebro, fazendo-o achar que se está consumindo glicose.

Veja as características dos tipos de açúcar e adoçante mais comuns:  

Cristal 
Extraído do caldo de cana-de-açúcar, resulta na perda de até 90% dos nutrientes. Pode ser usado para doces e para adoçar bebidas com a mesma contagem de calorias do açúcar refinado.  
Calorias: 22 em 5 g. 

Mascavo 
Também vem da cana, mas resulta em um açúcar mais puro, com mais nutrientes, principalmente ferro e manganês (minerais que previnem anemia e reforçam as defesas do organismo), além de cálcio, magnésio, zinco e vitamina B. Contra, tem o fato de possuir um sabor mais marcante e próximo da cana. A validade também é menor e deve ser consumido logo.  
Calorias: 20 em 5 g. 

Melado de cana 
Por ser produto bruto da cana-de-açúcar, apresenta mais propriedades saudáveis do que os outros tipos. Rico em ferro e vitaminas do complexo B, é uma boa opção para suprir as necessidades nutricionais de quem não come carne vermelha. Porém, não é indicado para preparações quentes.  
Calorias: 15 em 5 g. 

Estévia 
É extraído de uma planta medicinal originária da fronteira do Brasil com o Paraguai. "Ele não altera o nível de açúcar no sangue, por isso pode ser usado com segurança por diabéticos", indica o médico Romualdo Lima. 
Calorias: menos de 1 em 1 g. 

Sucralose 
É o único adoçante sintético derivado da cana-de-açúcar. Como lembra o site, é bem doce e versátil na cozinha. Os especialistas apontam segurança no consumo de até 15 mg por quilo de peso por dia. No entanto, os compostos podem reagir com as bactérias da flora intestinal e provocar cólicas, diarreia e inchaço abdominal.  
Calorias: menos de 3 em 1 g.  

Sacarina 
Extraída de um derivado do petróleo (o tolueno), adoça até 400 vezes mais do que o açúcar comum. Não afeta os níveis de insulina no sangue e é indicada para quem tem diabetes. Os especialistas defendem como limite para o consumo saudável 5 g de sacarina por quilo de peso corporal por dia. Mas vale o alerta para a quantidade de sódio presente.  
Calorias: menos de 3 em 1 g. 

Aspartame 
É um dos mais consumidos no Brasil. Já foi acusado de provocar diversos males, de dor de cabeça e perda de memória a fibromialgia e câncer de fígado e pulmão. A polêmica foi tanta que, em 2013, OMS se pronunciou e afirmou não haver evidências suficientes para condenar o uso dentro dos limites seguros - 40 mg por quilo de peso.  
Calorias: menos de 3 em 1 g. 

terça-feira, 17 de novembro de 2015

[Com a Palavra] Elaine, Bruno e o Diabetes

Nas doces vivências nos encontramos e descobrimos que não estamos sozinhas, caminhamos juntos. Uma história da vida real!

Com a Palavra: a querida Queen Elaine Cox!! =)

Meu nome é Elaine e nossa história começa em 1999 onde meu marido em uma viagem passa mal, meu filho tinha na época 3 anos.

Ele ficou internado e descobriu que tinha diabete tipo 2, esse foi o primeiro contato com a doença, mudamos a alimentação e a vida seguiu. 

Em abril de 2006 meu filho com 9 anos estava viajando com os padrinhos quando passou mal, voltaram antes, levamos ele no hospital diagnóstico virose, entramos com antibióticos, passou uma semana e ele estava cada dia pior, voltamos ao pronto socorro, diagnóstico virose mais medicamentos, a cada dia ele ficava mais caidinho, fraco, levamos em outro hospital onde a médica pediatra era endocrinologista e pediu o destro onde a glicemia estava em 650 com cetoacidose, diagnóstico diabete mellitus, ele foi para UTI permaneceu 3 dias e depois mais 7 dias no quarto até estabilizar.

Encontramos médicas que foram anjos que nos indicaram o hospital São Paulo e depois a Associação ADJ onde ele fez todo acompanhamento.

Foi muito difícil apesar de meu marido ser diabético, percebemos era muito diferente do meu filho, entre loucuras de mãe, internações, hospitais, resolvi parar e procurar o máximo de informação possível e depois do surto de mãe culpada consegui equilíbrio pra lidar com dois diabéticos.
Bom um faz 16 anos e o outro 10 anos, os dois estão bem Graças a Deus sem sequelas, fácil não é, da trabalho, as vezes é cansativo, mas a forma como lidamos com o problema aqui é que fez toda diferença .

Fui fazer voluntariado em associações com outras doenças mais grave e isso me ajudou a perceber e agradecer a Deus, pois a doença de meu filho não tem cura mas tem ótimo tratamento, hoje ele trabalha, faz faculdade, academia, dirige, esta na fase de sair e chegar de madrugada, como qualquer outro jovem da idade dele, tem uma vida normal, resolveu optar por não usar bomba de insulina, mas graças a Deus mantém a glicada em um valor bom, agora meu marido esse sim ainda me da trabalho kkkkk mas mesmo assim por aqui tudo bem.

E tem mais, há 7 anos minha mãe ficou diabética quando meu pai faleceu, aqui tem todos tipo de diabete, emocional, obesidade, tipo 1 kkkk ou seja tem que estar muito bem p cuidar de todos kkkk.

Bruno:19 anos( filho) " Nem lembro que tenho diabetes, só lembro quando tenho hipo, isso é chato, já tive em apresentação de trabalho da facu, quase desmaiei, mas tirando isso, não tenho limitações, minha vida é igual do meus amigos , é automático medir e tomar insulina em qualquer lugar".

Flávio 50 anos (marido) "É difícil manter o controle com a obesidade mas tento controlar, meu filho é quem me controla e conta carboidratos é uma superação todos os dias."



Agradecimento!
Elaine, Queen de nossas manhãs foi um prazer ter sua vivência aqui no JP e o Diabetes, só veio acrescentar. Beijão querida!!
Gratidão!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

[Com a Palavra] Diabetes, que aventura é essa?

Com a Palavra: Simone Vollbrecht, mãe de três, psicóloga clínica e quando sobra um tempinho escreve na página Família Tipo 1.

Agora Somos 5 - Família Vollbrechet
Quando a gente fala em diabetes e o emocional uma variedade infinita de possibilidades de sentimentos pode formar este cenário.

Cada pessoa é única, cada família funciona de um modo, cada um tem seu tempo para entender, aprender, agir, suportar, aceitar, apoiar.

Por isto, falar o que se sente vivendo na pele (literalmente) com o diabetes, ou convivendo com alguém que amamos e que tem diabetes, é muito subjetivo.

Mas uma coisa podemos afirmar: todos ficamos mexidos quando recebemos a notícia do diagnóstico. E nesse ponto entram todos os envolvidos: pessoa diagnosticada, família, amigos, colegas, e até os desconhecidos, quando nos veem aplicando insulina, medindo a glicemia, ou sentindo uma hipoglicemia.

Só que, para alguns a tristeza é muito grande e o tempo de se organizar para enfrentar o novo desafio pode ser mais longo. 

Para outros a praticidade fala mais alto, e é preciso ser positivo para encarar toda a aprendizagem que uma doença crônica exige. É preciso agir.

E para muitos a negação funciona como defesa no início. Se não sei, não sofro, nem preciso mudar. Muito mais fácil, mas também muito mais perigoso.

Outra questão importante é o fator tempo. Ele faz uma enorme diferença no modo como encaramos o diabetes. No comecinho, dessa nova vida, tudo pode ser estressante, cansativo, aborrecido, pesado, sufocante. Mas eu te falo por experiência - lá se vão sete anos de diagnóstico no meu currículo como mãe - isso tudo uma hora passa. E depois pode voltar. Por que a vida é feita de fases. A gente aprende a lidar com as dificuldades, cresce, perde os medos. E de repente, às vezes, a gente cansa de novo, porque a rotina é assim. Daí a gente precisa pedir ajuda para a família, para os amigos, ou para um profissional capacitado. Ou umas pequenas férias, de alguns dias, já bastam. Às vezes, um simples desabafo resolve.

E aí, a gente sempre se renova. Porque o diabetes também faz isso. Ele nos modifica, nos transforma. A gente começa a valorizar coisas mais simples, aprende a dar importância ao que realmente importa: as pessoas e suas relações interpessoais. Por este motivo, o diabetes faz a gente ganhar um monte de amigos novos. Amigos distantes virtualmente, mas que se tornam tão próximos por saberem exatamente o que sentimos e vivemos. E também os que pessoalmente nos acompanham nessa aventura chamada diabetes.

Para mim é uma aventura sim. Bem desafiadora, com certeza. Mas também cheia de beleza e amadurecimento pessoal. Algumas pessoas precisam correr desafios na vida para se sentirem vivas. Subir montanhas, pular de paraquedas, nadar quilômetros no mar, ou viver uns meses num mosteiro na China. Eu te garanto, o diabetes vai te dar todas essas sensações e emoções sem sair de casa. Porque você precisa se cuidar para cuidar da sua saúde ou de algum familiar, você precisa estar centrado, ter foco, disciplina, disponibilidade, coragem, e claro, paciência e bom humor. Requisitos essenciais para que o trajeto a percorrer tenha além dos espinhos (e agulhadas), muitas flores e paisagens belíssimas. 

O diabetes nos faz ter emoções muito intensas. Algumas bem chatas e angustiantes. Mas as que são boas, e surpreendentemente elas ocorrem com frequência, são as mais bonitas que já tive na vida: a alegria nas pequenas conquistas. Como ver minha filha ter coragem aos sete anos de assumir todo o seu tratamento na escola, e me encher de orgulho. Ou quando eu e meu marido nos fortalecemos mutuamente para apoiá-la. E ainda, quando nos sentimos amados por nossos amigos e familiares, só por tê-los ao nosso lado, caminhando junto nessa grande aventura.

Nota de Agradecimento!
Simone foi um prazer ter a sua participação no blog JP e o Diabetes, ainda mais num momento tão importante, "Somos 5", muitas felicidades para todos!
Gratidão, querida!! =)

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

[Com a Palavra] A cura para o Diabetes! Uma causa perdida?!

Arte: Marcelo Raymundo
http://marceloconscious.wix.com/nobarato#!home/mainPage
 Com a palavra: Marcelo Raymundo

Ok! Você deve estar convencido de que eu acredito plenamente na Cura do Diabetes e que isto deverá acontecer por estes dias!

Pois é! Não, eu não acredito que isto irá acontecer agora e nem tenho esperanças de que acontecerá tão cedo, não mesmo, pode crer.

Na verdade, eu estou muito mais equilibrado e consciente sobre estes assuntos.

Estive muito tempo perdido, desanimado e sem esperanças, mas caí na real, isto não será uma realidade em nossas vidas, pelo menos, para a humanidade atual.

Para falar a verdade, me sinto até um pouco ridículo quando cito este assunto próximo a um médico, ou qualquer outro profissional mais estudado da área da saúde, pois todos têm consciência de que não há estudos sérios neste sentido.

Talvez, por interesses das grandes indústrias, ou quem sabe por não existir alguma solução real para este problema neste momento, ou ainda, incompetência dos cientistas (o que creio ser pouco provável).

Seja como for, eu posso estar certo ou errado, o Mundo não estar nem aí para os problemas que cercam este assunto, entre outras muitas possibilidades, mas lembre-se : Não desista de se cuidar! Este é o único caminho para manter-se vivo e bem. Com certeza, prefira sempre o caminho do cuidado cauteloso e a prevenção.

Mais do que ter medo de perder um olho, uma perna, ou as famosas e milhares de sequelas que a doença possa acarretar, tenha apenas fé em seus cuidados, diagnósticos e as diretrizes do seu médico.

Hoje, estou sendo cuidado por uma excelente médica: Sílvia Souza. Uma mulher incrível, acolhedora, inteligente e muito querida.
 Confio plenamente nela e na forma maravilhosa como tem me atendido.

É inacreditável o que uma boa profissional pode fazer pela gente. Inclusive, apontar horizontes de esperança e uma vida mais saudável! E sou eu quem está dizendo isto, um cara que já reclamou, esbravejou e brigou com o Universo!!! =)

Demorei anos para encontrar alguém assim e sofri pra caramba este tempo todo, mas agora vejo, com clareza, que há um bom caminho a percorrer, quando queremos nos cuidar!

Sim! Ainda faço minhas artes em Pró Cura, afinal, quem procura acha? Quem sabe?! Não desistirei desta ideia também!

Se você acabou de saber que é um diabético, não se desespere. Procure ajuda profissional e siga as dicas de seu médico.

Tudo vai ficar bem.
Também, não desista das campanhas e lutas dos que desejam melhores atendimentos, insumos e apoio. Esta luta é nossa!

Força e pé na estrada! =)

Conheçam o blog Universo dos Hormônios da Dra. Sílvia Souza, vale muito.
 Espie ai no link >> http://universodoshormonios.com

Nota de Agradecimento!  
Querido Eme, sempre disse que você é o CARA, quando te conheci sabia que tinha uma alma leve por trás daquela armadura e que bom que estava certa! =)
Foi muito bom ter seu depoimento no blog JP e o Diabetes, a coisa mais fantástica que poderia fazer por ti. ;)
Gratidão por tudo sempre!! =)

[Com a Palavra] Cura Diabetes? Pró-cura Diabetes? Já pensou nisso?

Arte: Marcelo Raymundo
http://marceloconscious.wix.com/nobarato#!home/mainPage
Pró-Cura Diabetes ou Cura Diabetes? E aí você já pensou nisso?
Como andam as pesquisas pela cura? Você imagina o tanto de investimentos para pesquisas e novos medicamentos? Um assunto pertinente que não podemos ignorar. 

Com a palavra a querida Yara Resende Rocha, mãe da Laura =)

Não sou Endocrinologista, sou Anestesista, e há alguns anos trabalho na indústria farmacêutica. Tenho uma filha com DM1 ha quase 5 anos. Ela tem 7 anos e meio.

As ideias que seguem aqui, são fruto do que ando lendo, escutando, não tenho nenhuma fonte oficial, não fiz nenhum curso, não anotei nada, estou só passando o que ficou registrado na minha cabeça. 

Cura significa não ter mais diabetes. Nenhum tratamento, nenhuma disfunção. 

O que acho, muito pragmaticamente, em termos de cura, que vai acontecer nos próximos anos? Nada. E estou falando de 20, 30 anos ou mais. 

Pode existir, por exemplo, numa criança que acabou de ser diagnosticada, um tratamento que vai frear essa resposta imunitária e pode retardar o aparecimento da falta quase total de insulina. 

O que vai acontecer então? A vida de nossas crianças com o diabetes vai ser mais fácil (menos difícil, pra quem preferir).

Com técnicas de monitorização da glicemia, de administração da insulina, muito mais fáceis, confiáveis e confortáveis. Porque a tecnologia avança a passos fulgurantes, e melhor assim. 

Aonde estamos, hoje, nos avanços do tratamento, quais são os tratamentos do futuro? 

- Transplante de pâncreas: associado ao transplante de rim em pacientes com complicações irreversíveis, nos casos de insuficiência renal. Ou seja, não é uma indicação de rotina nem para casos de diabetes bem controlado.
Existe transplante de pâncreas isolado, pouco usado globalmente.
Problema: transplante = uso de imunosupressores, medicamentos que podem ter um número enorme de efeitos colaterais e graves, como câncer e infecções, por exemplo. Além disso, alguns imunossupressores podem induzir uma resistência à insulina, o que se traduz por um tipo de diabetes tipo 2, frequente também com corticoides, muito usados nos pacientes transplantados (depende do órgão transplantado).

- Transplantes de ilhotas pancreáticas: com as famosas células beta, que fabricam insulina. 
Também sempre associadas ao uso de imunossupressores. 
As células são injetadas na veia porta e se instalam no fígado, para produzir insulina. Outros locais de injeção estão sendo estudados porque a concentração de glicose na veia porta é muito elevado, o que «confunde» um pouco essas células. Longe de estar no ponto para uso nos próximos anos.

- Transplante de células-tronco:  células indiferenciadas, que podemos induzi-las a se diferenciar, no caso em células que produzem insulina.
Tenho quase certeza que não demandam uso de imunossupressores, o que é uma enorme vantagem (a confirmar). 
Inconveniente: essas células devem ser induzidas a reproduzir, se multiplicar. Células se multiplicando, o que é isso? Isso se chama câncer. Então, difícil de ser controlado no «bom ponto» (não tenho detalhes sobre essa informação). Além disso, essas células também podem/vão ser destruídas pelo sistema imunitário, então é uma solução temporária. Além disso, ensinamos essas células a produzirem insulina, mas existe também a função de produzirem insulina em proporção à glicose sanguínea, o que já é bem mais delicado. O que nos leva a: solução temporária e com chances de ser insatisfatória. Também não esta no ponto.

Então, essas técnicas ainda estão longe de serem interesantes para nosso filhos, agora, ou nos proximos 20 anos, quem sabe mais.

O que vai com certeza ser nossa realidade é o pâncreas artificial. Acho que todo mundo sabe o que é, simplesmente, é uma bomba de insulina que vai administrar a insulina de acordo com a glicemia que ele mede. « Exatamente » como o pâncreas normal. Insulina de base, o dia inteiro, mais insulina em proporção aos aumentos de glicemia consequentes a cada ingestão alimentar.
Ele só não esta disponível ainda porque esse controle é MUITO fino (essa administração de insulina após a refeição é muito complexa, vocês sabem as dificuldades que temos com esses cálculos), o que exige uma precisão enorme das funções dessa máquina, que no futuro próximo vai facilitar muito nossas vidas e aliviar a rotina de nossos filhos.

Conclusão final: temos que aguardar, a cura não está em nossas mãos, a pró-cura depende dos pesquisadores, então ficamos com o que temos e é real, o tratamento no qual nos adaptamos seja, caneta, seringa ou bomba de insulina mas que surtem ótimos resultados.

domingo, 1 de novembro de 2015

[AGIR AGORA PARA MUDAR O AMANHÃ] NOVEMBRO AZUL PELO DIABETES SEMPRE!

Chegou NOVEMBRO AZUL DIABETES!

Usamos AZUL pelo diabetes, por um futuro sem sequelas.

Ter diabetes não é opcional, cuidar, prevenir e tratar essa condição é um direito de todos e para tanto usamos azul pra fazer valer esses direitos.

O azul pelo diabetes é um chamado para a vida, um marco em nossos corações.

Dia Mundial Do Diabetes - 14 de Novembro, nosso compromisso são todos os dias!

O símbolo do diabetes é um círculo azul, foi estabelecido pela ONU. A cor representa o céu que é a mesma cor usada na bandeira das Nações Unidas e o círculo representa a união entre os países.

Desde então adotamos o azul como forma de educar e informar sobre diabetes, participe dessa campanha junto com a gente.

Nosso Novembro Azul se resume em todos que participam e vivem o diabetes no dia a dia, levando esperança, informando e construindo sonhos, abraçando a causa da Educação em Diabetes, enfim buscando e sabendo que podemos fazer a diferença quando se realiza com amor!

No mesmo compasso, no mesmo ritmo, na mesma sintonia um coração azul pulsando e protegendo nosso futuro e agindo agora para mudar o amanhã. Diabetes é o recomeço para um novo caminhar.

O que me move no momento é ajudar e lutar pelo bem em comum! E você qual o seu objetivo?

Muito obrigada por você que faz desse círculo azul um lugar melhor!