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30 comentários:

  1. Então meu nome é Lanna de Cassia tenho 13 anos e sou portadora da DM1 a 9 anos , descobri a minha DM1 de uma maneira meio estranha mais vamos lá.
    Tava de noite já, minha mãe estava tomando banho e me pediu para fazer um HGT ,pois já tinha um irmão portador de DM1 ,fiz o HGT e minha glicemia tava 275 (não sei o que passou pela cabeça dela naquele momento mais fiz o que ela pediu) ,minha mãe preocupada no outro dia já ligou pra medica do meu irmão que na época recebia os cuidados da DRA.Renata Machado ,ela pediu para que minha mãe fosse até o seu consultório. Ai começou mais uma luta ,exames ,exames e mais exames e enfim a constatação que no fundo minha mãe já sabia ,só que eu ainda produzia um pouco de insulina ,estava na famosa fase chamada de lua de mel ainda que só com o regime alimentar e atividade física ,conseguia manter o controle por mais algum tempo ,ai o tempo foi passando eu já estava desanimada , meio que nossa sou diferente de todos os meus amigos até porque na minha turma eu era a unica portadora de DM1 , até que chegou a famosa hora de AGORA VAMOS ENFRENTAR ,ai lá vou eu tomar a minha primeira dose de insulina ,gritava tanto , mais tanto que os vizinhos até estranharam , chorava ,chorava muito mais sabia que aquilo tudo não era o fim do mundo .(Demorou um pouco pra eu entender até porque tinha 4 anos e até então tinha uma vida normal como de qualquer criança da minha idade )
    Já sabia um pouco como era até porque tenho um irmão que também possui a DM1,sabia o regime de boca que tinha que fazer , sabia como seria lidar com tudo aquilo , sabia que todos os dias teria que fazer HGT antes de comer ,ele tinha muitas hipoglicemias e as dele era muito forte a ponto de chamar a VIDA pra dar glicose na veia .
    Ai foi tudo se encachando e eu vi que ser portadora de DM1 não e o fim do mundo , e sim uma doença cuidadosa e que é necessário disciplina .
    Teve um episodio que eu realmente nunca vou me esquecer ,foi quando parei na UTI ,os médicos ainda não sabem o porque deu estar ali , pode ser uma descarga de cortiçol ,ou uma coisa que eu comi e me fez mal , ainda não se sabe exatamente o que é ,fiquei 1 semana internada fiz vários exames , tomei corticoide e foi tudo voltando ao normal .
    Depois disso tudo minha mãe também ficou diabética, que coisa mais estranha né primeiro meu irmão ,depois eu e depois minha mãe,ela já estava mais amparada,já sabia como lidar era complicado porque ela emagreceu muito ,e passava por muitas dificuldades é também um medo em meio toda tempestade de não saber se seria forte ao bastante a ponto cuidar de todos nós.
    Hoje em dia a nossa vida e normal , todos nós fazemos contagem de carboidrato e podemos comer a vontade ,com disciplina logico . Temos até a nossa pagina conhecida como "Familia Docinho" . Beijos aqui está um pouco da minha historia .

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    1. Oi, Lanna, tudo bem? Hoje em dia existem outros tipos de diabetes sendo discutidos, e não só mais o tipo 1 e tipo 2. Existe o diabetes tipo Mody, por exemplo, que tem uma característica genética muuuuito forte! Uma das pessoas que conheço com Mody é a Luciana (do blog Viver com Diabetes). Passa lá e dá uma olhadinha...

      Bjos

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  2. Oi! Eu sou Fernanda Laranjeira, 33 anos (daqui a 1 mês faço 34), DM tipo 1 há 25, desde os 9, sem complicações, graças a Deus!
    Não é fácil. Sempre tive a fama de me cuidar muito bem, mas não é sempre assim... Quem me conhece melhor sabe que que vacilo muito, infelizmente. Acho que a cada dia a gente precisa de um estímulo para se cuidar melhor, partilhar as experiências é uma forma de fazer isso. Estou numa fase em que preciso muito desse estímulo. Minha médica diz que eu cansei um pouco, afinal 25 anos de DM... Conheço a doença, sei tudo o que tem que fazer... Mas nem sempre faço! :)
    Estímulo, estímulo, estímulo, foco, foco, foco... Vou conseguir!
    Bjos

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  3. Olá, boa tarde!
    Eu sou Ana Beatriz, mae do Bruno de 08 anos a 09 meses diagnosticado com Dm1, vou contar um pouco da nossa história:
    Em outubro de 2012, meu pai faleceu por complicaçôes de um cirurgia cardiaca, meu filho, o Bruno era muito ligado com avô, nos moravamos juntos , eu meu pai, minha mãe mas minha filha de 10 anos.No dia do falecimento, no mesmo horario que meu pai falecia no hospital o Bruno começou a vomitar... ( Bruno sempre foi uma criança extremamente saudavel).
    Levamos a pronto socorro, colocaram no soro, fizeram exame de urina... diagnostico : virose, mesmo o exame de urina apresentando cetonas, ainda questionei a médica que me disse pq o soro q ele estava tomando era glicosado, enfim.. nos liberam, prescreveram ainda dramin, voltamos pra casa, dieta bem leve ele quase não comeu nada.. A noite o Bruno começou novamente a passar mal, mas queria esperar o proximo dia pra levar a uma consulta na pediatra.. pq estava traumatizada com hospital por ter passados 12 dias com meu pai, mas não teve jeito qdo foi 4 horas da manhã o Bruno griatava de dor na barriga, e estava com dificuldade para respirar... coloquei o Bruno no carro e fui correndo ao pronto socorro, aonde foi atendido rapidamente e levado a uma especie de UTI pronto socorro onde ja colocaram oxigenio e ate monitoram batimentos cardiacos... e nesse momento eles me disseram que era caso de apendicite que teriam q operar com urgência, chamaram outro médico especializado e fizeram exames... e viram q não era apendicite.. então me disseram que era uma super bactéria e que teriam q internalo e dar antibioticos e foi o que fizeram.... cheguei no hospital as 4:00 h da manhã até as 14:00 h, qdo estava internado o Bruno estava muito mal... resolveram fazer o dextro e ai deu 687..A médica na hora solicitou uma ambulãncia e nos transferiu para uma UTI pediatrica, pq era unica preparada para atender esse tipo de caso. Qdo chegamos na UTI o médico q nos atendeu disse que as próximas horas seria vital para o Bruno, ele estava muito descompensado, os indices dele eram muito ruim... esse medico passou uma noite inteira ao meu lado e do Bruno prestando os cuidados, foi ele a equipe da Santa Casa Limeira que salvou meu filho, ele ficou ainda uma semana internado.
    Hoje o Bruno é um criança que leva uma vida normal, muito saudavel, ele mesmo sabe se cuidar, ele faz teste ele aplica a insulina, sabe o que pode e não pode comer, os médicos dizem q ele esta ainda na fase lua de mel, pq tem dias que ele so precisa da insulina Lantus que aplicamos de manhã.
    Hoje ele faz MMA todos os dias, ele quer ser lutador ele adora fazer.. e o exercicio faz com que ele precise menos de insulina, ele muito responsavel com a alimentação, buscando ser sempre mais saudavel.. e claro q de vez em quando quer comer um pouco a mais.. que é normal, mas conseguimos controlar.
    Bom essa a nossa historia, a cada dia uma surpresa e assim vamos levando...Fé e Amor.
    O Bruno é uma criança

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  4. Bom galerinha, meu nome é Flávia sou DM1, eu tive meu primeiro contato com a diabetes ao 18 anos gravida do meu primeiro filho, mais os médicos consideraram que fosse gestacional, então depois da gravidez não fiz nenhum exame, na segunda gravidez a mesma coisa, o diferencial que nesta tive que fica internada 4 meses antes da minha filha nasce, venho a terceira gravidez a internação aconteceu com 2 meses de gestação só sair do hospital quando a minha filha nasceu mais dessa vez fui sem meu bebe por causa de uma descolamento previa da placenta minha filha faleceu e fizeram a laqueadura não poderia ter mais filho isso aos 24 anos de idade, nunca fui de ir ao medico, o tempo foi passando e como não sabia dos sintomas das diabetes fui só engordado, comendo bastante porcarias, ate que aos 30 anos fui ao ginecologista e ele falou que estava com açúcar meus exames de urina, perguntou se eu tinha diabetes respondi só na gestação, foi quando ele me pediu uma curva glicêmica, glicemia em jejum, pós-prandial e hemoglobina, todos os resultados deram altos e a curva glicêmica esta nunca consegui realizar.
    Imagine como foi difícil para uma pessoa com 30 anos se adapta a nova alimentação, já estava com obesidade grau 3, então meus médicos acharam que a minha era DM2, devido a obesidade e pela idade tb.
    Começamos um tratamento e não posso mentir não seguia nada que o médico pedia, tomava insulina mais não controlava a hora de comer, tomava insulina ia comer biscoito recheados, pães, doces, tudo que não podemos. Chegava ao medico mentia falava que estava seguindo tudo a risca, ate que um me indicou para fazer a redução de estômago, fiquei muito feliz pois com uma cirurgia só me livraria da obesidade e da diabetes. Fiz pelo SUS no dia 03/06/2011, fiquei muito feliz, segui corretamente a dieta ate que com 1 ano depois comecei a emagrecer assustadoramente, chegando a 39 kg, os médicos ficaram doidos, foi um ano com dieta hipercalórica, comendo basicamente tudo de novo e a cada mês emagrecia mais e mais, até que neste ano em junho teve uma festa junina no meu trabalho fui comer uma canjica doce feita de leite condensado, tomei 1/2 copo tudo bem, vou tomar mais um pouco passei muito mal mesmo, palpitação, suor frio, falta de ar, dor de cabeça, tremores, fui ao medico correndo, ele me olhou e pediu na hora um exame glicêmico, logo falei eu não tenho mais diabetes, já tive não tenho mais e um dumping que sofri, mais vamos fazer assim mesmo, meu susto estava 395, putz correram comigo acha tomar insulina, soro na veia, mais medicamentos, e com isso voltei ao endócrino e me passou todos aqueles exames que sabemos de cor, mais dessa vez me passou do pâncreas também, que mostrou que meu pâncreas não produz nada, estou em tratamento tem 2 meses, mais agora tá muito difícil estou com neuropatia nas pernas aonde sinto muitas dores, formigamento e choques, mais glicemia esta normal agora, pois tenho que agradecer a Deus devido a cirurgia de redução consigo controlar minha dieta normal, mais ainda não estou aceita que voltei a ter este problema, estou com crise de ansiedade, choro muito, estou dividido isso com vocês que sabem o que estou passando mais tenho fé em Deus que vou melhorar e seu que poderei contar com pessoas amigas como vocês. Sou diabética sim e tenho fé em Deus que serei feliz.

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    1. Oi Flavia!

      Nossa sua história podia ser diferente se lá no começo tivesse passado por um médico e feito todos os exames para realmente saber o tipo de diabetes e tratar corretamente.

      O importante agora é seguir em frente e se cuidar e sim é possível ser feliz com diabetes, conheço um monte de gente que vive super e feliz com diabetes, inclusive meu filho.

      Posso compartilhar sua história na página do blog no Facebook? Se vc quiser tem vários grupos sobre dm no facebook, trocar vivências faz bem. Se quiser me escreva no e-mail joaopedroeodiabetes@gmail.com

      Esteja bem, abraços!

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  5. Olá, meu nome é Raquel, sou portadora de DM1 a 24 anos.Descobri minha DM1 aos 11 de uma maneira bem inusitada, vamos ao relato: Eu estava com 9 anos quando comecei a apresentar os sintomas, mas nessa época a DM1 não era uma doença muito conhecida.Nessa época morávamos em Belém/PA minha mãe sempre foi preocupada com nosso bem estar, agente tinha plano de saúde ( eu e meus dois irmãos) .Sentia muita sede, muita fome e urinava muito..srrs o pessoal da familia, os mais antigos diziam pra minha mãe que eu tinha uma doença chamada de "rim seco"rsrs deve ser Diabetes em outra língua! Esses sintomas pioraram gradativamente o que começou a dificultar a minha vida, já que eu passava as noites comendo, bebendo agua e urinando,no outro dia eu estava acabada, não conseguia me concentrar em nada, não conseguia andar 3 quadras.Minha mãe me levou em todos os médicos que indicaram para ela, fiz tantos exames que ja estava virando uma peneira e nada.Eu fui piorando cada vez mais comecei a perder peso e a sentir mais e mais cansaço aos 10 tive uma infecção genital sem explicação..agora sei que as mulheres diabéticas tem mais pré disposição a problema genitais, por isso a importância do acompanhamento ginecológico..bom tive que aplicar creme vaginal todos os dia no hospital por 2 meses...sabe como é criança, virgem..só o medico encostava em mim, ficava lá de 2 a 3 horas.Passado esse perrengue a vida não melhorou..mas comecei a me adaptar ou a me acostumar com o mau estar constante.Mudamos para o interior do MT, Peixoto de Azevedo (quem tem coragem ..desce!! foi o que o motorista da F1000 que fretamos para trazer a mudança disse quando agente chegou lá!!kk) .Enquanto meu pai tentava se estruturar eu tentava me acostumar a piora dos sintoma, .fui em outros médicos, fiz novos exames e nenhuma resposta.Aos 11 meus problemas se agravaram pq já não consegui ir a escola, sair com os amigos ter uma vida normal, minha visão ficava sempre embaçada mesmo usando os óculos, a noite eu tinha hipoglicemias perdia os sentidos..as vezes não consegui chamar ninguém, em tam eu só fechava os olhos e pedia pra amanhecer logo pq ai minha mãe vinha me acordar e via que eu não estava bem, perdi o ano escolar nessa brincadeira.No fim eu sabia que eu iria morrer aos 11 anos sem saber o que estava me matando...até que um dia no programa do Silvio Santos o Porta da Esperança(era muito bom esse programa..pena que acabou!rsr) uma mãe veio pedir um aparelho pra fazer o controle de glicemia do filho dela, era o tal de HGT...nesse tempo o HGT só tinha importado e custava muito caro.Bom o Silvio curioso perguntou tudo sobre Diabetes pra mulher e BAMM!! tudo o que ela dizia que o filho sentia eu sentia! Eu não sabia se ficava feliz por ter descoberto o que tava me matando ou triste por saber que a doença não tinha cura...Me lembro dela falar que quando tinha muito açúcar no sangue até a urina ficava doce, corri pra cozinha, peguei um copo fui no banheiro e urinei dentro..olhei pra urina com nojo..mas era a hora da verdade enfiei o dedo dentro e provei.!!Ecaa, surpresa era doce, obriguei minha irmã a provar, ameacei ela que se eu morresse voltaria pra puxar o pé dela e assombrar a vida dela pra sempre, me lembro da cara dela me perguntando se eu tinha lavado o copo direito.Chorei e contei pros meus pais que decidiram ver no laboratório o exame que precisava ser feito, fiz a Glicemia de jejum e bam 389.9mg/dl.Meus pais venderam quase tudo..joias, moveis para iniciar meu tratamento, pq nesse tempo o tratamento não era fornecido pela rede publica.Lembro que consultei um médico, clinico mas ele falou pra minha mãe que eu não viveria nem até os 15 anos...prognostico ruim disse ele. ..minha sorte é que conheci um pediatra Dr. Carlos Sholtão um anjo, aceitou me cuidar...me ensinou a aplicar a insulina, com seringa de vidro(só tinha essa seringa), fez campanha pra comprar meu aparelho de HGT e me consultava quando eu tinha duvidas.Minha vida ficou diferente..tive que me adaptar as mudanças e acordar pra lutar todo dia, mas eu estou aqui e vou continuar por muito tempo..

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    1. Olá Raquel seja bem-vinda em nosso espaço!
      Obrigada por dividir sua história de vida conosco, pena que teve que passar por todo esse sofrimento inicial. E que ótimo que descobriu o que tinha, informação faz toda diferença né! é por este motivo que lutamos por uma melhor qualidade de vida na educação em diabetes. Fico contente que esteja lutando e claro vai continuar por muito tempo!
      Vou compartilhar sua história na página do blog no Facebook, assim mais pessoas poderão se inspirar e continuar nessa caminhada se cuidando.
      Boa sorte na vida!
      Um beijo

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  6. Meu filho foi diagnosticado precocemente, graças a
    Deus, foi em um exame de rotina que deu glicemia alterada, ele nunca teve os sintomas característicos da Dm1, ficou um ano sem precisar de insulina, mas sofremos muito, a mudança é muito drástica, restrições, controles, até começarmos com a insulina, veio o medo, a insegurança, a solidão de ver que a maioria das pessoas não entendem que as pessoas que acabam tendo complicações é por que não fizeram o tratamento direito.
    Hoje estou segura, meu filho apesar de ter apenas 10 anos é muito consciente dos cuidados, é regrado, faz exercícios , é uma criança linda, inteligente e feliz e é acompanhado por um amor de médica, além de ser eficiente, o que com certeza ajuda muito em seu tratamento.

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    1. Olá seja bem-vinda em nosso espaço!
      Entendo todos esses sentimentos pelo qual passou, a descoberta é um susto grande mesmo, mas ainda bem que continuamos, com os devidos cuidados nossos filhos vivem bem e felizes.
      Fico contente que tenham superado a fase inicial e continuam bem hoje, que bom que está segura, estamos todos juntos nesse circulo azul e a informação faz toda diferença.
      Estamos sempre por aqui.
      Abraços.

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  7. olá sou a Bruna,26 anos mãe do Enzo de 3 anos dm1 e descobrimos em novembro de 2013,foi um susto.Ainda estamos nos adaptando mais não é fácil é bem difícil,doloroso ao ver uma criança que não entende o porque esta sendo furado a todo instante.
    Mais aos poucos agente tenta se adaptar,pq na minha opinião não tem como se acostumar,ele faz uso da insulina Lantus e já existe uma possibilidade de passar a usar a bomba,confesso aq que estou muito resistente ao uso da bomba,acho uma coisa tão invasiva para uma criança,mais tenho fé e esperança que se descubra a cura ou pelo menos uma forma menos dolorida e desgastante do que insulinas injetáveis ou bombas....

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    1. Bruna bom dia! Seja bem-vinda em nosso espaço!
      A descoberta do diabetes é assustadora mesmo, temos que reaprender o viver, mas te garanto cuidando é possível ter uma vida normal, é só questão de tempo.
      E vcs irão sentir isso, seu filho pode tudo viu.
      Em questão de tratamento cada um se adapta ao seu estilo de vida, sobre a bomba de insulina, meu filho usa e foi a melhor coisa que nos aconteceu, converse com o seu médico se ele indicar para o Enzo não tenha medo, ele vai se adaptar e terá maior liberdade fora que por ele ser pequena as doses de insulina são precisas.
      Se quiser posso conversar com vc sobre isso, me mande um e-mail no joaopedroeodiabetes@gmail.com
      Boa sorte com seu gatinho.
      Um beijo

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  8. Meu nome é Ana Paula tenho 37 anos e mãe de An Julia e Ana Clara de 7 anos, há um mês descobrimos que a Ana Julia é DM1. A surpresa foi grande e as adaptações estão sendo dificeis. Estou me sentindo perdida e na maioria do dia acho que não vou dar conta. Choro escondido para que Ana Julia não me veja tão fragilizada. Encontar esse blog me fez perceber que não estou sozinha.

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    1. Ana Paula seja bem-vinda em nosso espaço! A descoberta do diabetes é um susto, é preciso reeducar o viver, com o tempo tudo se ajeita na rotina.
      E vc não está sozinha, me escreva no joaopedroeodiabetes@gmail.com participo de grupos de mães de crianças com diabetes e posso de te adicionar para conhecer outras mamães tb.
      No que precisar conte comigo.
      Um beijo e outro nas pequenas.

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  9. Olá, meu nome é Gleyce Kelly, tenho 21 anos e tive o diagnóstico de DM tipo 1 aos 18. Foi um susto, pois, frequentemente eu, fazia exames e tal e sempre tudo normal. Acho que depois de muitas brigas e profundas decepções foi que comecei a ficar doente, perdi 13 quilos em menos de um mês, procurei um médico, fiz exames, e entao, o resultado, minha glicose em jejum 368. Comecei a tomar Metformina 500mg e Glibenclamida 5mg. E durante 2 meses tentando controlar minha glicose que não ficava menos de 400mmHg entrei no tratamento com insulina NPH e regular Apidra. No quarto mês, ainda tentando reduzir minha glicose, já com 19 anos, perdi minha visão e 8 dias depois a recuperei "milagrosamente", pq minha glicose continuava alta e cada vez mais alta... no quinto mês, comecei a ter crises renais e dormencia nos dedos do pé direito e comecei a ter dores ao urinar .. era infecçao urinaria e microcálculos. até que depois de 5 dias consecutivos indo a emergência de um hospital, fiquei internada, nem sei o qnto estava minha glicose, pois o aparelho ñ conseguiu marcar. Fiquei internada 1mês e tive alta ainda com infecçao urinária e com a glicose 375. Hj em dia, continuo na luta para controlar a glicose e a infecçao urinária... tomo meus remédios, até chás ... esta difícil. Estou bem, mais agradeço a Deus pq sei q ñ é todo mundo q aguentaria ou resistiria esses 2 anos com a glicemia acima de 400mmHg todos os dias.
    O pior é q qndo conto isso, as pessoas logo falam: a.. mais vc tem cara de qm come muito doce.. poxa, isso me estressa! pq eu sei oq eu passei e o que eu passo e ñ qro me matar.
    Agora minha médica qr mudar minha insulina NPH para a Lantus. estou confiante!
    aa.. e vou ir para uma academia de boxe, mma e muay thai ... vou mandar essa glicose para o espaço! kkkk e os resultados vou postar aqui ! bj'ss

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    1. Olá Gleyce seja bem-vinda por aqui!

      Nossa menina que sufoco esses dois anos hein, torço pra que tudo melhore, a troca de insulina pode ser uma boa alternativa.
      E quero ver esses números baixando com a academia, na expectativa aqui!
      Um beijo

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  10. Este comentário foi removido pelo autor.

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  11. Angelita li seu comentário se puder me escreva no joaopedroeodiabetes@gmail.com pra gente conversar um pouco.

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  12. e alem de tudo isso,não posso sair de casa pois minha mãe não sabe usar a seringa ela coloca mais de 20 un. então minha vida é cuidar a diabetes dela da minha e do meu irmão pois só eu aplico insulina nela.mas não reclamo..

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    1. O importante é seguir sempre em frente né Simony, boa sorte na caminhada de sua família e força sempre.
      Abraços

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  13. Olá galera
    Meu nome é Ana, fui diaguinisticada com diabetes ta cm um mês, eu começei a sentir esse sintomas de urinar mto, beber mta água e a visão turva, vi na internet q podia ser diabetes, nem liguei mto pq nem sabia direito dessa doença e nem sabia q ñ tinha cura, senti isso na sexta, no sábado e no domingo. Na segunda fui pro hospital e a medica ja me pediu os exames de sangue e urina, mas ñ fiz no dia seguinte fui primeiro num ocultista pq minha mãe disse q podia ser vista(depois tive q cancelar kkk) no outro dia q fui fazer o exame em jejum que foi numa quarta e na Quinta recebi e a medica me chamou e disse o q tinha dado e que tava 257 e refiz duas hrs depois do almoço pra confirmar e tava 388... passei num endócrino rápido pelo sua mesmo pq ele ñ atendia pelo meu plano e a medica do laboratório pediu urgência, ele ñ disse nada so passou os medicamentos e disse q ñ comesse açúcar so isso acreditem... cheguei em casa comi tudo normal so ñ açúcar como ele pediu, resultado, fui baixar no hospital com mto enjoo e mto fraca cheguei lá tomei insulina baixou d+ depois subiu, depois caiu de novo ai fiquei enternada até q controlou e fui pra casa e fiquei controlando e tomando medicação. Procurei outra endocrinologista um medica mto boa q me passou exames pra saber qual realmente era minha diabetes se era tipo 1 ou 2 e ta cm três dias que fui mostrar os resultados que fui diaguinisticada tipo 1... hj estou sem medicamentos nem insulina(nunca nem usei a insulina) pois tava cm mta hipoglicemia estou numa faze que os médicos chamam de lua de meu, q é pq meu pâncreas ainda tem um pouco de insulina, mais isso é transitório e pode durar pouco ou mto tempo... Ñ estou triste, acreditem!!! Eu espero ser mto feliz pois tenho a vida toda pela frente, um filho lindo e uma família maravilhosa..... bjjjss pra todos e sauuuude e felicidaaaaadesss!!!!

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    1. Seja bem-vinda em nosso espaço Ana!
      Obrigada por dividir sua história conosco.
      No decorrer de sua caminhada com o diabetes vão surgir dúvidas e pode contar com a gente, é possível viver com dm.
      Abraços e felicidades ;)

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  14. teia woiczak bueno14 de abril de 2016 22:56

    oi sou a teia moro no parana sou mae da tamara que desde um ano de idade tem diabetes tipo 1 hoje ela tem dez anos nove anos nesse sufoco e muito difícil controlar bem muitas hipos eu não cosigo dormir bem a noite tenho muito medo dela passar mal de madrugada e eu não perceber já que passei muitos sustos mais e isso ai bola pra frente hoje eu aceito mais não foi fácil sempre me perguntava por que com a minha filha

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    1. Olá Teia seja bem vinda em nosso espaço!

      Obrigada por compartilhar um pouco de sua vivência.

      Que bom que aceitou o diabetes na vida de vcs, esse é o primeiro passo para se viver bem com a condição.

      Nem sempre é agradável, porém a vida é assim em muitos aspectos.

      Ninguém tem culpa do diabetes ter aparecido em nossa vida, simplesmente aconteceu.

      Bom vivência pra vcs!

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    2. Olá Teia seja bem vinda em nosso espaço!

      Obrigada por compartilhar um pouco de sua vivência.

      Que bom que aceitou o diabetes na vida de vcs, esse é o primeiro passo para se viver bem com a condição.

      Nem sempre é agradável, porém a vida é assim em muitos aspectos.

      Ninguém tem culpa do diabetes ter aparecido em nossa vida, simplesmente aconteceu.

      Bom vivência pra vcs!

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  15. Oi Silvia, eu achei seu blog hoje e vou segui-lo a partir de agora. Não tenho uma criança com DM 1, mas tenho um marido com ela, e essa madrugada foi a pior noite da minha vida. Acordei com ele se batendo e gemendo, nem percebi que era uma convulsão, achei que era uma tremedeira por uma hipo severa, coisa q já tinha visto antes, mas não uma convulsão, corri para pegar uma coca e ao retornar foi que percebi q não podia colocar comida ou bebida em sua boca sem correr o risco de matá-lo engasgado. Me desesperei, achei q ele precisava ir ao hospital tomar insulina endovenosa, detalhe, moramos no exterior e eu não sou fluente no idioma, só ele. Lembrando que eu não sabia que era uma convulsão, nunca tinha acontecido, (pelo menos não durante os 7 anos que estamos juntos, agora ele me disse que teve inúmeras vezes quando criança/adolescente, mas eu não sabia)enquanto eu vestia um hobby para ir na vizinha, ele parou de se mexer. Ficou imóvel, parecia nem respirar, não consegui sentir a artéria, achei que ele havia morrido, foi a pior sensação que já senti na vida, não podia acreditar. Corri para a casa do vizinho e implorei ajuda em um idioma novo, só meu(pausa para rir pq estou chorando a horas)quando ela chegou ele parecia só estar dormindo, eu disse que ele era diabético e precisa de glicose, mas não acordava(minha conversa era muito limitada, eu não podia explicar direito por causa do idioma, consegue entender meu desespero?)nessa hora ele estava roncando, pq estava se afogando em saliva, o virei de lado para evitar asfixia, mas ainda não conseguia acordá-lo para dar glicose. Os paramédicos chegaram, fizeram mil perguntas que tive q me virar para entender e responder, liguei para mil parentes que falam inglês, TODOS OS TELEFONES ESTAVAM DESLIGADOS, eu nunca desligo o meu celular, só silencio o whatsapp por causa do fuso horário. Ele acordou e me disseram para dar comida a ele. No Brasil teriam dado glicose endovenosa, aqui não! Fiquei com raiva deles, ele estava desorientado, não sabia o que aquelas pessoas faziam no nosso quarto, não lembrava de nada, estava enjoado, com dor na barriga e muita dor de cabeça e eu tive que forçá-lo por vários minutos e só consegui fazê-lo beber um copo de suco com bastante açúcar. O que mais me deixa louca é que a glicemia dele estava 70mg/dl. Como ele pôde ter uma convulsão com essa glicemia? Ele já esteve com 25 e sem convulsão, agora estou com medo de cada aplicação de insulina. Fico espantada com todo esse controle que vi nesses outros comentários, ele tenta, come tudo diet, nós fazemos sobremesas para ele, o leite é desnatado. Mas acho que ele está cansado, tem diabetes há 26 ou 27 anos, desde os 8. Ele não toma insulina regularmente, só a NPH pela manhã e de vez em quando a rápida à noite, mas estava tendo hipo de madrugada, então parou, mas ontem ele tomou e deu no que deu, convulsão. Estou desanimada e ele tb, depois da crise ele fica com vergonha, ficou horrorizado pq tive que acordar os vizinhos, ligar para a família, passou o dia triste, se sentindo culpado, apesar de não ser(pois mesmo quem faz tudo rigorosamente, ainda tem episódios de hipoglicemia, só mesmo o pâncreas é perfeito nesse controle glicêmico), acho que essa tristeza depois é uma das piores partes, mesmo assim foi trabalhar à tarde, todo dolorido por causa da convulsão, com dor de cabeça e náusea, fiquei triste por ele. Enfim, estou desolada, nunca fiquei tão aterrorizada na vida. Acho que posso aprender muito com vc aqui no blog, agradeço imensamente por compartilhar suas vivências com a diabetes.

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    1. Patricia seja bem vinda nesse espaço.. que pena que tiveram que passar por isso... meu filho o João teve convulsão duas vezes e nas duas eu consegui socorrer.. Olha tenho como te explicar o que aconteceu e se vc quiser a gente pode ir se falando pra vc não se sentir sozinha.
      Anote meu número do whats e me inclua ai por msg de voz é mais fácil pra eu te explicar. 19 9 8281 7588, acho que tem por o 55 antes pq vc está fora do Brasil neh, qdo puder me mande msg lá daí vamos falando.
      Abraços e procure ficar tranquila, tudo isso tem como ser socorrido com medidas simples. Estejam bem.

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    2. Obrigada Silvia, vou te adicionar!

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  16. ezequiel.sara@hotmail.com6 de julho de 2017 17:40

    Olá...Sou Lindenalva,34 anos, mãe de Ezequiel,11 anos,diagnosticado com diabetes 1 aos 2 anos...sofremos muito até a aceitação, hoje porém, sabemos que diabetes é qualidade de vida.É muito difícil como mãe, mais eles precisam de nós.Meu filho aos 2 anos me perguntava-"você me ama?"eu respondia é claro...-"mais vc vai me furar."Eu quase morria,mais buscava forças em Deus e aplicava a insulina...e as hipoglicemias,sempre um terror que nos rodeiam,e os comentários, tipo...a dona Maria morreu de diabetes,o João perdeu o dedo por causa do diabetes...mais esquecem de dizer - "a dona Maria não fez dieta". É muito fácil falar que diabetes mata, amputa, deixa cego, quando não se sabe se quer o que é DIABETES...nós mães sabemos que se cuidarmos dos nossos filhos,eles vão viver saudáveis e perfeitos por toda vida...as pessoas esquecem que esporte é saúde, alimentação saudável é saúde, água é saúde...e a vida de um diabético são essas 3 coisas...como eles vão morrer. Minha vida é o meu filho,meu herói, aprendo com ele todos os dias, ele mata um leão por dia e é feliz,sorridente, inteligente e se vc perguntar ele sabe tudo sobre viver bem.Lembre sempre DIABETE É QUALIDADE DE VIDA!

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    1. Olá Lindenalva! Seja bem-vinda em nosso espaço, obrigada por compartilhar sua vivência, nos encontramos nos mesmos caminhos e continuamos, a diabetes não nos limita.
      Gratidão ;)

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