quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Accu-Chek Guide


Pessoas tem NOVIDADE no ar, DESCONTO e PRESENTINHO!
[leia até o final pra entender tudinho]

Sabe quando você deseja uma coisa e acontece, então É ISSO!

Chegou o #AccuChekGuidebr um novo conceito em medir a glicemia, ele tem tudooo que a gente quer e precisa:

- pra começar o pote, pode virar de pernas pro ar que não cai NENHUMA fita, é um sonho né, desperdiçar fitas não rola;

- outro ponto legal, a fitinha ‘GRUDA’ no dedo evitando que caia até colocar no monitor;

- agora inserir a fita no monitor e acender UMA LUZ MÁGICA é um deslumbre, medir a glicemia no ESCURO era tudo que você queria né;

- o bonitinho além de tudo é simples de manusear, a área da fita onde vai o sangue aumentou e PASMEM vai menos sangue, uma gotinha minúscula basta, o resultado vem em 4 segundos, nem piscou já revelou o valor da glicemia;

- um GRANDE diferencial, o Guide tem MAIOR PRECISÃO nos testes garantindo uma segurança ímpar;

- tem muito mais coisas que você vai descobrir ao usar, vai adorar!!

A melhor parte tá vindo o desconto e presentinho, aproveite a promoção de lançamento.

Faça assim, entre nesse link: goo.gl/tY7JvS

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cupom GUIDETD39 

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ATENÇÃO: Por se tratar de uma promoção, será válida a compra de apenas uma unidade do kit por CPF.

Demais da conta né, corre pra pedir o seu, essa promoção é por tempo limitado.

Me conta depois qual a sua sensação ao usar o Guide!

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Filhos: Criando seres humanos

Não é sobre diabetes, mas se você é MÃE por favoorrr leia!!!! 


Quanto é duro para uma mãe se ver impotente diante do sofrimento de um filho, não é mesmo? As vezes queremos tomar as dores pra nós, mesmo que seja a coisa mais natural do mundo os filhos passarem por isso. As dores e alegrias de um filho são sentidas e vividas de uma forma muito mais intensa pela mãe.

Essa conexão entre mãe e filho vem pelo cordão umbilical, que é também um cordão de energia. A impotência de não poder fazer nada para diminuir o sofrimento do filho gera uma ferida narcísica de mãe, que sente que tudo pode para proteger o filho. A mãe vive em uma ilusão de que, se o filho estiver por perto, nada de mal irá acontecer a ele. Como se fosse defender o filho de todo perigo, sofrimento e angústia que ele viesse a sofrer. Quando a mãe percebe que não consegue prover essa proteção, vem o sentimento de impotência, incapacidade e falha. É justamente nessa árdua tentativa de ser uma boa mãe, e com esse sentimento de proteção e onipotência, que as progenitoras costumam roubar o poder do filho.

Isso quer dizer que erramos em querer proteger nossos filhos?

Quando a mãe fica presa nessa tentativa de proteção absoluta, ela passa a mensagem para o filho de que ele não é capaz de seguir o próprio caminho. Isso enfraquece e mina a força dele!

A função de mãe é se tornar totalmente dispensável, é fazer de tudo para o seu filho para que depois ele não precise nadinha de você.

Perceba três coisas com isso:

1. O seu filho só vai evoluir quando você permitir que ele ande com as próprias pernas!
Por mais que a gente queira amenizar o sofrimento de um filho, sabemos que esse caminho ele tem que trilhar por si, assim como trilhamos por nós mesmos. É preciso que o seu filho enfrente as próprias dificuldades e angústias, pois essa é a oportunidade que o Universo o presenteou para evoluir enquanto ser humano e se fortalecer. É na dificuldade que crescemos!

2. O seu filho é capaz!

O que tem que emergir é a confiança da mãe em saber que o filho é capaz de viver sua própria história e superar as próprias dificuldades. Isso faz com que a mãe sinta um amor, não mais só de proteção, mas de parceria. Estar junto neste caminho, no qual o filho trilha a sua própria estrada, não para poupar, mas para trazer o aconchego da presença.

3. Há momentos de intervir e há momentos de observar!

O limiar que, nós como mães, precisamos aprender é entre o momento de agir e de observar, quando passamos confiança, o filho resgata a própria potência. Mas quando ficamos na onipotência de achar que podemos sanar todas as dores dos filhos e resolver todos os seus problemas, estamos passando a mensagem de que ele não tem capacidade para isso.


Criar um ser humano não é tarefa fácil, não existe certo ou errado, mas sim aquilo que acreditamos ser o melhor.

Fonte: Maura de Albanesi (texto modificado)

terça-feira, 13 de março de 2018

CONITEC: Incorporação da Bomba de Insulina na lista do SUS, entenda sobre o assunto.


Bom vamos lá! Minha primeira opinião quando li sobre o assunto foi ser contrária a incorporação da bomba de insulina na lista do SUS, já explico, porém analisando melhor, pensei o seguinte: se existe a possibilidade da incorporação dessa tecnologia, vamos lutar por isso. Após teremos que lutar e gritar por outra coisa, que o Estado forneça a EDUCAÇÃO EM DIABETES, pois de que adianta a pessoa ter uma tecnologia na mão e não aplicar os recursos pra utilizar adequadamente, então bora lá, leia e deixe seu parecer consciente para a CONITEC (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS), farei o mesmo.

Detalhe recebi um recado mega especial pra postar aqui no blog: o dono do pedaço!!!


"Já parou para pensar que a bomba de insulina pode ser disponibilizada pelo SUS, permitindo que todo o paciente que necessite dessa tecnologia consiga ter acesso? O primeiro passo já foi dado!

A solicitação para a incorporação dessa tecnologia já aconteceu, porém a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), responsável por avaliar todas as tecnologias em saúde no SUS, foi desfavorável a essa incorporação.

Temos a chance de reverter essa situação e opinar sobre o assunto, pois a 2ª etapa consiste na abertura de uma consulta pública, ferramenta que obtém informações, opiniões e críticas da sociedade a respeito da inclusão ou não dessa tecnologia no SUS.

Se você é a FAVOR da incorporação, deve se atentar ao item 6, DISCORDANDO TOTALMENTE da recomendação e comente porque você é a favor da incorporação da bomba de insulina.

Se você for profissional de saúde, pode contribuir com um parecer técnico-científico, anexando estudos e embasamentos de cunho científico.

Porém, o prazo dessa consulta é curto, e a ferramenta para manifestação estará aberta até dia 19 de março!" 

Deixe sua contribuição  AQUI!

Usa bomba de insulina? Deixe seu relato AQUI!

Dúvidas? Entre no página do #bombadeinsulinaja e se informe!!!



quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Pra todas MÃes - DMs e Não DMs


"Nesse Novembro Azul, falo como mãe de diabético em relação ao que se vê frequentemente nos grupos de discussão.

- Acho a expressão “mãe pâncreas” horrível. Cria a ilusão de que sem a mãe o filho não sobrevive, o que é, na minha opinião, uma crueldade com o filho e só serve para inflar o ego das mamães.

- Detesto também chamar diabéticos de “docinho”. Um “mimo” desnecessário, que reforça o estereótipo do coitadinho e diferentinho. Pois afinal, o trabalho todo não é para diminuir o açucaramento dos “docinhos”? 

- Sim, os diabéticos furam o dedo o dia inteiro, têm que controlar o que comem, aplicar insulina, tem hipos, hipers, etc.desde crianças ou bebês. Essa é a realidade. Mas para que ficar elucubrando como a vida seria maravilhosa sem isso? Sem o diabetes a felicidade plena e a saúde plena está garantida a todos? Quem não tem diabetes não tem problema algum na vida? Só diabetes é a causa do sofrimento no mundo? Drama não melhora nada. 

- Há uma tendência geral em superproteger os pimpolhos e diabetes é um prato cheio para enchê-los de vigilância e cuidados muito acima do que é necessário. Alguns pais acham que o filho tem que ter alguma espécie de compensação porque ficou diabético. Por exemplo: se vai na festa do amiguinho, ganha presentinho porque é diabético. Levar “marmita diet” na festa do amiguinho porque é diabético. A contagem de carboidratos existe para tornar a vida do diabético tranquila em relação à alimentação. A marmita só fará com que ele se sinta “o diferentão” que não pode comer, o que não é verdade.

- Outras manifestações frequentes de “super” mães: Não dormem enquanto os pimpolhos (de 12, 14, 16 anos !!!!) dormem fora de casa ou afirmam orgulhosas que os filhos nunca dormiram fora de casa por serem diabéticos. Algumas ainda aplicam insulina no adolescente grandão porque, no fundo, acham que só elas fazem adequadamente. 

Diabetes é do filho e não da mãe. Autonomia e dignidade, por favor! Depois de uma certa idade eles têm condições de se cuidar e nossa obrigação é orientá-los nesse sentido, não assumir o diabetes como se fosse nosso (dos pais) e assim criar uma dependência forçada. E se eles estão tendo muitas hipers ou hipos incontroláveis, converse com o médico e mude o tratamento, porque não tem que ser assim. Se você quer ser útil realmente, se informe sobre quais os melhores tratamentos para o seu filho e ajude-o a ter autonomia. Estar presente, dar amor e suporte não tem nada a ver com fazer tudo no lugar do filho ou ficar no pé dele puxando o freio de mão do seu desenvolvimento. E isso vale para diabéticos e não diabéticos, porque o que as mães no geral têm feito com os filhos no sentido de superprotegê-los é assustador.

Pronto, falei. 
Bom novembro azul!"

quinta-feira, 25 de maio de 2017

STF ESTÁ DECIDINDO SOBRE FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS PELO ESTADO

ATENÇÃO - PROCESSOS JUDICIAIS


"Acredito que num futuro próximo o fornecimento de medicamento pelo Estado se tornará muito difícil. Mais uma vez a população será penalizada pois o Estado prefere gastar com outras despesas que investir no bem estar da população.

Suas excelências não utilizam o serviço público de saúde e possuem condições de adquirir o que necessitam. Assim, eles não podem entender a realidade do povo."


O STF reconheceu repercussão geral (quando a decisão ultrapassa o interesse das partes e a matéria pode alcançar a sociedade) em dois recursos extraordinários.
O primeiro RE 566471 trata do fornecimento de remédios de alto custo não disponíveis na lista do Sistema Único de Saúde (SUS) e o segundo RE 657718 que trata de fornecimento de medicamentos não registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

já votaram os seguintes ministros:

Marco Aurélio – votou no sentido de o Estado pode ser obrigado a fornecê-los, desde que:
1º - seja demonstrada a imprescindibilidade – adequação e necessidade;
2º - da impossibilidade de substituição do fármaco;
3.º da incapacidade financeira do enfermo e da falta de espontaneidade dos membros da família solidária em custeá-lo, respeitadas as disposições sobre alimentos dos artigos 1.694 a 1.710 do Código Civil, e assegurado o direito de regresso”.

Luís Roberto Barroso votou no sentido: “Quanto à hipótese de demanda judicial por medicamento não incorporado pelo SUS, inclusive aqueles que forem de alto custo, o ministro entende que o Estado não pode ser obrigado a fornecê-lo, como regra geral. “Não há sistema de saúde que possa resistir a um modelo em que todos os remédios, independentemente de seu custo e impacto financeiro, devam ser oferecidos pelo Estado a todas as pessoas”, avaliou.”
Assim, propôs 5 requisitos cumulativos. A saber:
1º - incapacidade financeira de arcar com o custo correspondente;
2º - demonstração de que a não incorporação do medicamento não resultou de decisão expressa dos órgãos competentes;
3º - inexistência de substituto terapêutico incorporado pelo SUS;
4º - comprovação de eficácia do medicamento pleiteado à luz da medicina baseada em evidências;
5º - propositura da demanda necessária em face da União, já que a responsabilidade pela decisão final sobre a incorporação ou não de medicamentos é exclusiva desse ente federativo.
Quanto ao primeiro RE 566471 desproveu e formulou a seguinte tese de repercussão geral: “O Estado não pode ser obrigado por decisão judicial a fornecer medicamento não incorporado pelo SUS, independentemente de custo, salvo hipóteses excepcionais, em que preenchidos cinco requisitos”.

“Já em relação ao RE 657718 – fornecimento de medicamentos não registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) –, o ministro proveu parcialmente o recurso a fim de determinar o fornecimento do medicamento solicitado, tendo em vista que, no curso da ação, o remédio foi registrado perante a Anvisa e incorporado pelo SUS para dispensação gratuita. Em seu voto, o ministro considerou que, como regra geral, o Estado não pode ser obrigado a fornecer medicamentos não registrados na Anvisa por decisão judicial. “O registro na Anvisa constitui proteção à saúde pública, atestando a eficácia, segurança e qualidade dos fármacos comercializados no país, além de garantir o devido controle de preços”, destacou.
Ele propôs a seguinte tese de repercussão geral: “O Estado não pode ser obrigado a fornecer medicamentos experimentais, sem eficácia e segurança comprovadas, em nenhuma hipótese. Já em relação a medicamentos não registrados na Anvisa, mas com comprovação de eficácia e segurança, o Estado somente pode ser obrigado a fornecê-los na hipótese de irrazoável mora da agência em apreciar o pedido de registro (prazo superior a 365 dias), quando preenchidos três requisitos:
1º - a existência de pedido de registro do medicamento no Brasil;
2º - a existência de registro do medicamento em renomadas agências de regulação no exterior; e
3º - a inexistência de substituto terapêutico com registro no Brasil. As ações que demandem fornecimento de medicamentos sem registro na Anvisa deverão necessariamente ser propostas em face da União”.

Edson Fachin provimento parcial do RE 566471. Ele considerou que há direito subjetivo às políticas públicas de assistência à saúde, configurando-se violação a direito individual líquido e certo a sua omissão ou falha na prestação, quando injustificada a demora em sua implementação. De acordo com ele, “as tutelas de implementação (condenatórias) de dispensa de medicamento ou tratamento ainda não incorporado à rede pública devem ser – preferencialmente – pleiteadas em ações coletivas ou coletivizáveis, de forma a se conferir máxima eficácia ao comando de universalidade que rege o direito à saúde”.
Portanto, o ministro Edson Fachin entende que a prestação individual deve ser excepcional, além de ressaltar que para tal implementação deve existir ampla produção de provas, na qual se demonstre que a opção diversa – disponibilizada pela rede pública – decorre de comprovada ineficácia ou impropriedade da política de saúde existente para determinado caso “e que, de outro lado, haja medicamento ou tratamento eficaz e seguro, com base nos critérios da medicina baseada em evidências”.
Assim, o ministro propôs cinco parâmetros para que seja solicitado ao Poder Judiciário o fornecimento e custeio de medicamentos ou tratamentos de saúde. São eles:
1º - necessária a demonstração de prévio requerimento administrativo junto à rede pública;
2.º - preferencial prescrição por médico ligado à rede pública;
3º - preferencial designação do medicamento pela Denominação Comum Brasileira (DCB) e, em não havendo a DCB, a DCI (Denominação Comum Internacional);
4º - justificativa da inadequação ou da inexistência de medicamento/ tratamento dispensado na rede pública;
5º - e, em caso de negativa de dispensa na rede pública, é necessária a realização de laudo médico indicando a necessidade do tratamento, seus efeitos, estudos da medicina baseada em evidências e vantagens para o paciente, além de comparar com eventuais fármacos fornecidos pelo SUS.

Quanto ao RE 657718 [medicamentos sem registro na Anvisa], o ministro Edson Fachin votou pelo total provimento do recurso para determinar, no caso concreto, o fornecimento imediato do medicamento solicitado, tendo em vista que durante o trâmite do processo tal remédio foi registrado e incluído no âmbito da política de assistência à saúde. Segundo ele, ao normatizar as regras de segurança, qualidade e eficácia, a Anvisa garante a participação de empresas e consumidores no mercado de medicamentos em condições mais equilibradas.
De modo geral, o ministro considerou que para que a garantia do direito à saúde seja materializada pelo Poder Judiciário devem ser observadas, de modo não cumulativo, algumas premissas: 1) controle de legalidade (não deve haver erro manifesto na aplicação da lei, nem pode existir abuso de poder); 2) controle da motivação (aferir se as razões do ato regulatório foram claramente indicadas, estão corretas e conduzem à conclusão a que chegou a administração pública); 3) controle da instrução probatória da política pública regulatória (exigir que a produção de provas, no âmbito regulatório, seja exaustiva, a ponto de enfrentar uma situação complexa); e 4) controle da resposta em tempo razoável (que impõe à agência o dever de decidir sobre a demanda regulatória que lhe é apresentada, no prazo mais expedito possível).

O ministro propôs a seguinte tese: “No âmbito da política de assistência à saúde, é possível ao Estado prever, como regra geral, a vedação da dispensação, do pagamento, do ressarcimento ou do reembolso de medicamento e produto, nacional ou importado, sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa”.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS QUE NÃO ESTÃO NO ROL PREVISTO NA PORTARIA N.º 2.982/2009 DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

NOTA SOBRE PROCESSOS JUDICAIS

ESTADO: FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS QUE NÃO ESTÃO NO ROL PREVISTO NA PORTARIA N.º 2.982/2009 DO MINISTÉRIO DA SAÚDE




O que representa para a população a decisão do STJ que afetou o julgamento do REsp 1.657.156/RJ sobre fornecimento de medicamentos que não estão incluídos na referida portaria?

Determina o inciso II, do artigo 1.037 do CPC que o relator do recurso determine a suspensão de todos os processos pendentes que versem sobre o mesmo tema. E, foi o que relator determinou.

Assim, o que for decidido servirá de orientação para todos os demais processos em andamentos.

Com a determinação da suspensão dos processos os juízos de todo país deverão obedecer. Não obstante, o código de processo civil nos artigos 314 e 300 prevê que os magistrados decidam sobre atos urgentes para evitar dano irreparável.

Deste modo, caberá ao autor demonstrar a urgência da medida que justifique a intervenção.

Destacamos que o STF está para julgar recursos que tiveram repercussão geral reconhecida o que significa que esta deverá ser seguida por todos os juízos. E o que se desenha não é bom, mas isso em breve.


Outros links relacionados:


Direitos das Crianças com Diabetes (medicamentos e insumos)

sexta-feira, 5 de maio de 2017

MEDTRONIC BUSCA CORREDORES DE TODO O MUNDO PARA COMPOR O TIME GLOBAL CHAMPIONS 2017

  • Inscrições abertas até 12/05: www.medtronic.com/globalchampions
  • Atletas selecionados ganham kit e viagem para a maratona Medtronic Twin Cities ou a corrida Medtronic TC de 10 milhas em outubro
  • Até 20 pessoas que se beneficiam do uso de tecnologias médicas serão escolhidas para integrar o time Global Champions 2017

"Celebrando atletas globais que se definem pelo espírito, não por suas condições de saúde"

A Medtronic, líder global em tecnologia médica, acaba de abrir as inscrições para o time Medtronic Global Champions 2017. O programa reconhece atletas amadores que conquistaram novas perspectivas de vida ao mudar suas condições de saúde e retornar à vida ativa com a ajuda de soluções e tecnologias médicas.

Até 20 pessoas serão selecionadas para o time por um comitê da Medtronic e representantes da ONG Twin Cities in Motion, uma organização sem fins lucrativos que organiza a prova Medtronic Twin Cities. Os indivíduos selecionados receberão um kit de corrida para si e um convidado (seja a maratona Medtronic Twin Cities ou a corrida Medtronic TC 10 milhas), além de pacote de viagem que inclui passagem aérea, hospedagem e uma série de eventos para o Global Champion e seu convidado. Os candidatos devem se certificar que discutiram a participação na corrida com seus médicos.

Os atletas do time Global Champion devem ter realizado implante de equipamento, terapia ou procedimento médico para tratar doenças do coração, acidente vascular cerebral (AVC), diabetes, câncer, dor crônica, problemas de coluna ou neurológicos, obesidade ou doenças gastrointestinais ou urológicas. Não há restrições sobre o fabricante dos equipamentos, terapias ou procedimentos médicos.

Nossa seleção de Global Champions mostra ao mundo que a vida com uma condição de saúde pode ser ativa com a ajuda de tratamentos, soluções e tecnologias médicas de qualidade”, diz Rob Clark, vice-presidente de marketing e comunicações globais da Medtronic. “Enquanto nós honramos os Global Champions, também oferecemos uma plataforma para que consigam alcançar outras pessoas vivendo em condições e circunstâncias médicas semelhantes. Ao compartilhar suas extraordinárias histórias com o mundo, nós esperamos educar, inspirar e encorajar as pessoas para que tomem atitudes para melhorar sua própria saúde”.

A prova Medtronic Twin Cities 2017 acontece de 29 de setembro a 1º de outubro. Inscrições e informações completas para participar do time Global Champions 2017 estão disponíveis no site medtronic.com/globalchampions. O prazo para as inscrições é 12 de maio de 2017.

Sobre a Twin Cities in Motion
A Twin Cities in Motion organiza os principais eventos de corrida da região de Minneapolis (Minnesota), incluindo a maratona Medtronic Twin Cities, uma das 10 principais corridas de rua dos Estados Unidos. Com a missão de promover um estilo de vida saudável com eventos de corrida e campanhas de conscientização, a TCM tem orgulho em patrocinar iniciativas esportivas para jovens e atletas profissionais. Coletivamente, a TCM e outras ONGs parceiras que arrecadam fundos em eventos beneficentes oferecem mais de US$ 1 milhão para uma grande variedade de causas. Visite TCMevents.org para mais informações.
  
Sobre a Medtronic 
Como líder global em tecnologia, serviços e soluções de medicina, a Medtronic melhora as vidas e a saúde de milhões de pessoas a cada ano. Nós usamos nosso profundo conhecimento clínico, terapêutico e econômico para abordar os desafios complexos enfrentados pelos sistemas de saúde atualmente. Vamos levar os cuidados de saúde Juntos, além. Saiba mais em MedtronicBrasil.com.br.