.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

[Depoimento do DIA]

[Depoimento do DIA]
Nos envie um depoimento ou algumas palavras sobre seu dia a dia com diabetes no e-mail joaopedroeodiabetes@gmail.com e publicamos aqui na sessão [Depoimento do DIA]! ;)
Hoje por Poliana, mãe do querido Davi quase 3 anos e 3 meses de DM1
 
Vida de mãe de menino doce é assim... adrenalina pura!
 
Taxas super altas, tipo altas msm.
 
Exemplo...
 
360, 396, 401, 465 e pra acordar agora de manhã 503 vai pensando se existe coração ainda por aqui.
 
Desanimar jamais... desistir nunca... o esquema msm é encarar e seguir em frente.
 
Motivos para reclamar muitos agradecer...
 
É ainda assim é melhor agradecer.
 
Dia começa bem açucarado por aqui mais vamos que vamos!
 
 

sábado, 13 de junho de 2015

[SORTEIO] FreeStyle Optium Neo

Hoje domingo, dia 21/06 conforme o post abaixo, foi realizado o sorteio do FreeStyle Optium Neo, tivemos 32 comentários e o contemplado foi o comentário de númerooooo


Sim o comentário de número 25 vai receber o kit em casa, parabénssss Maria Eduarda, 11 anos, 9 meses DM1!

_______________________________________________________________________________

Queridos, olha que legal recebi o novo medidor FreeStyle Optium Neo da Abbott com sistema de monitoramento de glicose e cetona no sangue, interessante né?! 


Sabem do melhor vou sortear aqui no Blog para uma criança portadora de diabetes pelo Sorteador online, veja como participar:

-  somente para criança e/ou adolescente com idade entre 1 ano até 16 anos;
- para participar a mãe deve comentar uma única vez no post do Blog João Pedro e o Diabetes, não será computado o comentário no fanpage do Facebook, anotar o primeiro nome da criança, idade e quanto tempo de diabetes;
- serão aceitos comentários no Blog a partir da 0h do dia 14/06/2015(domingo) até às 24h do dia 20/06/2015(sábado), os comentários postados após essa data serão desconsiderados;
- os comentários serão numerados por ordem de data e sorteados no Sorteador online (http://www.sorteador.com.br/) no dia 21/06/2015 - domingo e divulgado aqui no Blog;
- o medidor será enviado para o sorteado pelo correio via PAC.

Dedos cruzados e boa sorte!!! 

Leia mais sobre o novo medidor:

"Agir rapidamente é crucial para o paciente com diabetes. Além disso, quem usa insulina não pode se esquecer de administrar as doses da substância nos horários certos e, se conseguir prever a tendência glicêmica (alta ou baixa), melhor ainda. Para ajudar o diabético em todas essas tarefas, chega ao Brasil o FreeStyle® Optium Neo1, o primeiro medidor de glicemia touchscreen entre as marcas líderes do país. Trata-se de um lançamento da Abbott, empresa global de cuidados para a saúde.



O medidor de glicose FreeStyle Optium Neo apresenta tela de fácil e clara leitura

“O novo sistema conta com alta tecnologia, tela touch (sensível ao toque) orientada por ícones, indicadores visuais de tendência de glicose e registro de insulina, tudo isso com design leve e elegante. Além disso, oferece a facilidade da realização do teste de cetonemia (sinal de descompensação) num único dispositivo”, explica Sandro Rodrigues, Country Manager da Divisão de Cuidados para Diabetes da Abbott.

O FreeStyle® Optium Neo combina funções eficientes, facilidade de uso, análise da tendência de glicose e registros de doses de insulina, ajudando a melhorar o gerenciamento diário do diabetes. Outra vantagem do sistema é vir equipado com cabo para download do software gratuito FreeStyle® Auto Assist NEO, que ajuda o paciente a gerenciar a doença, dispensando o uso de anotações em papel. “O software facilita o acesso às informações. Basta conectar o aparelho a um computador e gerar, instantaneamente, relatórios completos e fáceis de ler”, conclui Rodrigues.

O FreeStyle® Optium Neo é o único medidor de glicose no sangue entre as marcas líderes do Brasil com indicadores de hipo e hiperglicemia. Caso a seta do produto esteja na cor amarela, apontando para cima, indicará hiperglicemia. Se o aparelho apresentar uma seta vermelha para baixo, ele está em hipoglicemia.

O produto está em conformidade com a ISO 15197:2013, que especifica requisitos para sistemas in vitro de monitoramento de glicose, destinados à automedição por leigos para a gestão da diabetes.

O FreeStyle® Optium Neo vai ao encontro do que o paciente diabético necessita: resultado da glicemia preciso e rápido (5 segundos), com uma tela grande e clara, de alto contraste e leitura fácil, além de uma série de ferramentas simples para ajudar a gerenciar a rotina de administração de insulina. Ele permite ao usuário de insulina ter uma gestão mais ativa da sua diabetes, baseada em ícones fáceis de entender e interpretar.

Fonte: Abbott"

domingo, 24 de maio de 2015

Nem tudo são flores.. mas tudo pode ficar bem

Faz um tempo que "conheci" a Gisela, ela é mãe do Ariel de 2 anos, foi diagnosticado com diabetes tipo 1 com 1 ano e meio de idade, desde então nos falamos. Agora a família vai passar a conviver com um novo diagnóstico além do DM1, o Autismo. E a Gisela vem demonstrando uma aceitação e superação que faz com que tudo caminhe melhor. Na sexta-feira me enviou um e-mail que com a autorização dela estou publicando aqui, pois pode motivar outras pessoas. A sua atitude diante dos obstáculos é o que faz a diferença.


Oi Sil, tudo bom?

Hoje eu queria concentrar num assunto especifico com você. Estou doida para contar! Ontem a tarde meu cel tocou e era a secretaria do médico, naquele outro neuro que eu queria tanto ir levar o Ariel. Disse que houve uma desistência para ontem mesmo, e perguntou se eu queria. É claro que eu queria!!

Larguei tudo, peguei o Ariel, avisei o meu marido pra encontrar comigo e fui pra lá. Uma hora e meia de consulta. Eu gostei muito do médico, foi muito bom. E é engraçado eu dizer que gostei e que foi tudo bom, porque na verdade o que ele disse não foi bom. Resumindo, ele disse que para ele o Ariel se enquadra sim no TEA (transtorno do espectro autista). Que ele não tem dúvidas, que o Ariel preenche todos os requisitos. E que o diagnóstico mesmo só pode ser fechado após os 3 anos, mas que para ele é muito claro. Bom, é claro que não é uma notícia boa de se receber, né? Mas, na atual circunstância, eu cheia de dúvidas, na verdade isso foi uma coisa boa.


Porque sendo ou não sendo, eu já vivo isso. Já é a minha realidade, já vivo as dificuldades. Ao contrario da DM1. que quando eu descobri, a partir dali a minha vida mudou. Agora minha vida não vai mudar, ela já é assim, só veio mesmo o "nome" para a situação. Quer dizer, na verdade vai mudar sim, mas pra melhor, eu espero. A partir do momento que eu sei qual o tratamento fazer, quais as terapias, a longo prazo eu espero ter um retorno. Mesmo que pequeno, mesmo que demorado.


O que eu quero dizer é apesar da notícia eu não fiquei triste. Na verdade, triste eu fiquei no dia da primeira médica. Quando ela falou pela primeira vez o nome autismo foi um baque. E fui me acostumando com a ideia, mas ao mesmo tempo eu tinha a esperança de que não fosse. Agora, com essa confirmação, se é que já posso considerar confirmado, não foi mais chocante. A gente se acostuma, reflete... É claro que ainda tenho medo do futuro, de como tudo vai ser. Aquelas coisas: Vai falar? Vai pra escola normal?...


Tem dias que são mais difíceis, o Ariel fica mais irritado, não consegue se comunicar, e a gente vai ficando sem paciência. Nem tudo são flores. Mas no geral estou bem. Conversei com o meu marido ontem na saída do médico, e a gente viu que graças a Deus o Ariel tem uma família estruturada, com condições psicológicas de ajudá-lo, e graças a Deus também estamos conseguindo pagar as terapias, apesar de ser tudo muito caro. Não posso parar de trabalhar, mas estamos podendo oferecer o que ele precisa de tratamento.

E claro, cada dia me apaixono mais por aqueles meninos sapecas e levados que tenho em casa. São umas fofuras, minha razão de viver!

Sil, é isso. Preciso trabalhar agora, mas queria muito te contar. Estou confiante que tudo vai dar certo, que já está dando certo, tudo no tempo que Deus quer.


Beijo, bom fds!!

Gisela



sábado, 16 de maio de 2015

Este é JP!


 
JP brinca e se diverte

JP vai pra escola faz contas e apronta

JP as vezes fica de castigo e precisa de limites

JP canta, sorri e as vezes chora

JP faz natação, anda de skate, cai, rala o joelho, levanta e continua

JP vai no parque e na viagem com os amigos da escola

JP faz bagunça, briga com o irmão e depois pede desculpas

JP tem seus momentos de felicidade, gosta de abraço e carinho

JP gosta de queijo e suco de laranja, mas odeia jiló

JP tem um cachorro, uma lanterna e uma bola de capotão

JP adora correr com os amigos e passear de carro

JP é portador de diabetes tipo 1 e fura o dedo pra medir a glicemia

JP precisa aplicar insulina em substituição ao Sr. Pâncreas que não produz mais esse hormônio

JP sabe contar os carboidratos dos alimentos, adora ler mas não gosta de escrever

JP ainda é um menino, mas sabe que ter diabetes não é um fator limitante

Este é JP uma criança como você, gente como a gente ;)

(por Silvia Onofre, mãe do JP)

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Blogs de mães com filhos diabéticos ajudam a enfrentar a doença em rede

Coisas boas que esse blog e o diabetes trouxe para minha vida e de minha família: AMIZADES! 

Ao menos tempo, tantas diferenças e tanto em comum. E quando a gente se encontra a amizade parece que é desde sempre! Duas pessoas que adoro, me ensinam muito e fazem parte do meu dia a dia, Sarah Rubia do blog Eu, meu filho e o diabetes e Nicole do blog Minha Filha Diabética. Um pouco da história de nós três relatada no Portal FioCruz e claro que tinha que postar aqui no blog, ameiiiiii <3! 

Fonte: Portal FioCruz
Por Clarisse Castro/ Portal Fiocruz

Cerca de 390 milhões de pessoas no mundo são diabéticas, segundo a Federação Internacional de Diabetes (FID). Destas, 11,6 milhões são brasileiras, sendo 1 milhão de crianças. A maior parte delas possui o tipo 1 da doença (DM1), que pode se apresentar desde o nascimento até os 20 anos de idade. Num processo autoimune, o próprio corpo da criança destrói as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção da insulina, cuja função é transportar a glicose da corrente sanguínea para dentro de nossas células, transformando esse açúcar em substâncias necessárias como gorduras, músculos e proteínas. Se o pâncreas deixa de fabricar a insulina, o resultado é o convívio diário com doses suplementares desse hormônio, aliado a um rigoroso controle nutricional.

Os fatores de risco associados ao diabetes tipo 1 são quase sempre hereditários. Para entender se a doença está se manifestando na criança é necessário ficar de olho nos sintomas, que a nutricionista do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Giovana Salgado, divide basicamente em três. O primeiro deles é o aumento da sede: a criança passa a beber mais água que o normal e, mesmo assim, continua sedenta. Também há aumento da diurese. Como consequência da ingestão excessiva de água, ocorre um aumento na quantidade de urina produzida pelo corpo, que se reflete na maior frequência de idas ao banheiro.  O terceiro sintoma seria a perda de peso. Apesar de um notório aumento de apetite, a criança não engorda e ainda passa a perder peso.

Pelo forte componente emocional e social que carrega — mais ainda na infância, quando estão se desenvolvendo as primeiras relações sociais — lidar com o DM1 deve envolver toda a família. “Se, por um lado, há necessidade de uma dieta disciplinada, por outro há uma criança que deseja e precisa participar da vida na sociedade em que vive. Por isso, em vez de simplesmente proibir a criança de comer determinados alimentos, a própria família deveria adotar uma nova forma de se alimentar, para dar o exemplo para a criança. A melhor maneira de agir com uma criança diabética é dialogar com ela, explicar o porquê de suas limitações, a sua necessidade de se privar de determinadas coisas para manter-se saudável. E os pais devem conversar com a criança numa linguagem em que ela possa entender, jamais fazendo uso do medo para impor as novas regras”, explica Giovana.

Estima-se que um em cada dois diabéticos não sabem que possuem a doença, segundo a FID. Com os pequenos Igor, João Pedro e Maria Vittoria, a doença foi diagnosticada aos 7, 7 e 5 anos, respectivamente. O susto com o diagnóstico e a certeza de que ele traria uma série de mudanças na relação das crianças com o mundo fez com que as mães Sarah, Silvia e Nicole escolhessem um caminho inovador à época: escrever blogs sobre suas experiências. Elas tinham um objetivo comum: encontrar outras pessoas que vivessem a imediata responsabilidade de cuidar de pequenos com diabetes. “Eu vi que não estava sozinha, que havia um monte de crianças e famílias na mesma situação que a minha, e me senti acolhida. Fez toda a diferença, a aceitação em casa foi quase imediata. Rapidinho entramos no ‘mundo diabetes’, e estar conectada com outras mães, recebendo apoio, foi reconfortante”, relembra Silvia Onofre, do blog João Pedro e o Diabetes.

Da esquerda para a direita: Sarah e Igor, Nicole e Vittoria, Silvia e João Pedro
 Troca de informações ajuda a reinventar o convívio com a doença

Para Nicole Lagonegro, do blog Minha Filha Diabética,  o ganho mais imediato da experiência com o blog foi poder trocar experiências diferentes, mesmo ante receitas médicas iguais. “O que os médicos dizem nem sempre funciona de forma idêntica para todas as pessoas. Muitas famílias têm vergonha de fazer perguntas, de explorar assuntos. Mas entre nós, reunidos em rede,  existe essa liberdade. Criar o blog foi criar uma ferramenta de contato horizontal, de igual para igual”, explica.

Sarah Nunes, do blog Eu, meu filho, e o diabetes, destaca que estar num grupo coletivo lhe possibilitou dividir tudo o que foi instigada a aprender a partir do convívio com a doença do filho. “À medida que eu escrevia sobre a nossa realidade, comecei a receber e-mails, comentários e percebi que muitas pessoas não tinham acesso às informações que eu tinha. Apesar de mais tempo convivendo com o controle do diabetes sabiam menos do que eu, e então passei a compartilhar informações que eu acredito serem relevantes. Procuro sempre estar atualizada sobre os avanços no controle do diabetes”.

Outro efeito da rede apontado pelas mães blogueiras é a extensão da conexão virtual à vida real. Silvia e Nicole, por exemplo, se conheceram através dos seus blogs. Hoje se visitam em suas cidades e fazem parte de diversas ações que são constantemente alimentadas pelas conexões virtuais, como os encontros entre voluntárias de associações, os congressos e outros espaços de compartilhamento. Com as crianças não é diferente. Os filhos passam a conhecer experiências comuns e a trocar apoio virtual e físico. Os acampamentos só para crianças com diabetes são exemplos disso. “Tenho mais amigos de outras cidades do que de São Paulo, onde resido. E não são só mães, convivo com homens e mulheres portadores de diabetes, jovens, crianças. Nosso convívio envolve todo mundo que participa desse universo. Quando surge alguém com dúvidas, encaminhamos para uma amiga da mesma cidade, ou que tem um filho na mesma idade, e assim a rede aumenta e mais pessoas se ajudam”, explica Nicole.

Um ponto muito destacado pelas mães é que, apesar dos blogs tratarem de suas experiências reais com a doença dos filhos, a participação das crianças nos espaços virtuais é moderada pelos próprios mecanismos de educação das famílias. Nicole explica que sua filha Vittoria, hoje com 11 anos, apenas colabora às vezes com vídeos e fotos, quando assim deseja, e quando sua presença é positiva para sua experiência pessoal e na troca coletiva. Ela não acredita que a internet seja um ambiente seguro para os filhos. “Evito que eles usem [as redes sociais] e prefiro que a interação seja realmente entre os adultos, que compreendem as mensagens, filtram, analisam, têm uma visão mais crítica. Cuido para que Vivi tenha a vida dela, com suas prioridades, seus amigos da escola e de convivência real. É positivo ela ter amigos virtuais que têm diabetes também, mas isso não deve ser regra”.

João Pedro, filho de Silvia, curte o blog, gosta de acompanhar os números e de ler um ou outro comentário, mas não participa ativamente dos conteúdos. “Às vezes o consulto para saber o que ele pensa sobre algum dos temas, ou para responder alguma dúvida de mãe que envolva a criança. Quando publico assuntos relacionados a ele sempre peço permissão, e na maioria das vezes ele concorda. Quando diz que não quer que eu fale sobre algo que aconteceu com ele, respeito”. A mesma coisa acontece com Igor, filho de Sarah. “Tenho postagens que nunca foram publicadas a pedido dele. Abordei o assunto de uma outra forma sem citar nossa vivência, porque, mesmo sendo positivo para o blog, é a intimidade dele. E quando falo de assuntos mais pesados, como sequelas, riscos fatais, ele fica de fora. Apesar de saber todas as consequências de não controlar de forma correta a doença, acredito que ainda não é hora de ele saber detalhes que podem afeta-lo negativamente”.

Os blogs das três entrevistadas já se estenderam para perfis no Facebook. Nesta rede, são centenas deles, com objetivos parecidos. Apesar do diabetes tipo 2 já ser uma realidade presente no cotidiano de crianças e jovens brasileiros, a maior parte dos perfis relacionados à diabetes na infância são sobre o tipo 1, mais comum nesta faixa etária. E na rede também é possível localizar uma variedade de grupos, como o Mães de DM1 na madrugada, fechado apenas para mães; Mães Pâncreas, Pais de crianças com diabetes tipo 1 – Brasil etc. "Nem tudo que passamos entre uma consulta e outra dá tempo de relatar num próximo encontro, e não dá para ficar ligando para o médico a cada hipoglicemia, por isso o suporte da rede ajuda muito”, diz Sarah. Ou, como resume Silvia, “o médico te dá a teoria e o contato com as pessoas te dá a vivência, as dores e as alegrias de se viver com diabetes”.


sexta-feira, 27 de março de 2015

O que é diabetes?

O diabetes está cada vez mais presente em nossas vidas, são vários casos a cada instante, então a importância de saber mais sobre essa condição se faz presente, informação nunca é demais!

"Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura). - Dr. Drauzio Varella".

O infográfico criado pelo Márcio, explica o que é diabetes de uma maneira interativa, espie aí.

by Márcio De Paula Pinto
Os sintomas mais comuns são:

- muita sede
- urina em excesso
- emagrecimento sem motivo aparente
- visão embaçada ou borrada
- entre outros...

É importante saber qual o seu tipo de diabetes, entre eles temos:

- Diabetes tipo 1, mais comum em bebês, crianças e jovens, conhecido como DM1, onde é obrigatória a aplicação de insulina, seja através da seringa, caneta ou bomba de infusão, devido a produção insuficiente de insulina pelo pâncreas.

- Diabetes tipo 2, mais comum em adultos devido ao fator obesidade, também acomete crianças pelo mesmo motivo, aqui ocorre a produção de insulina, mas o organismo não consegue metabolizar totalmente a glicose. É tratada através de medicamentos, em alguns casos é feito o uso da insulina.

- Diabetes Gestacional, ocorre na gravidez, com os devidos cuidados a gestante tem uma gravidez tranquila.

O tratamento inclui:

- testes de glicemias
- aplicação de insulina
- alimentação adequada
- prática de exercícios físicos.

O portador de diabetes tem uma vida saudável como todos nós e a condição não é fator limitante pra nada, viva bem e viva feliz com ou sem diabetes!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Após saber que filho é diabético, mãe cria blog e supera o medo da doença

Vc viu a gente aqui? =D

Clica no link G1 Piracicaba ou leia abaixo..

Após saber que filho é diabético, mãe cria blog e supera o medo da doença

Silvia Onofre Azevedo decidiu abrir página após ter diagnóstico de João Pedro.
Após 3 anos, família de Piracicaba agora participa de eventos sobre o tema.

Silvia cria blog para trocar informações sobre doença do filho em Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)
Depois de um grande susto, a auxiliar administrativa Sílvia Onofre Azevedo, de 41 anos, virou blogueira. A moradora de Piracicaba (SP) encontrou uma maneira criativa e solidária de lidar com o medo do diabetes e com a experiência de ter uma criança de 11 anos com a doença na família. Um mês depois do diagnóstico do filho, em 2011, ela criou um página virtual para trocar informações sobre a nova etapa do garoto João Pedro Azevedo.

“Quando recebemos o diagnóstico, parecia que um caminhão tinha nos atropelado. Eu achava que meu filho ia morrer. Foi o canal que achei para não me sentir sozinha nesta caminhada”, disse ela sobre a criação da página "João Pedro e o Diabetes".

Sílvia lembra que, na época, desconhecia todos os motivos que levavam as pessoas a desenvolverem a doença. “Eu pensava que apenas as pessoas que ingeriam muito açúcar é que corriam esse risco. Doce ilusão!”, brincou.

Antes de levá-lo ao médico, Sílvia desconfiou dos sintomas que o menino apresentava. “O João Pedro tinha muita sede e ia várias vezes ao banheiro e emagreceu rapidamente”, lembrou. João Pedro tem o tipo 1 do diabetes, que causa o aumento de açúcar no sangue.

O blog fez toda diferença no tratamento de João Pedro, de acordo com a mãe do menino, porque para escrever as postagens, ela precisou se informar cada vez mais sobre a doença.

“Isso acabou refletindo na qualidade de vida não só de meu filho, mas de todos os membros da família”. Silvia contou que, por meio do blog, da troca de experiências com outras pessoas que convivem com a doença, descobriu novos dispositivos, como a bomba de insulina, por exemplo”.

João Pedro não é só motivo para criação do canal de comunicação, ele também atua no blog. "Eu gosto de ler os comentários, acompanhar o número de leitores e a repercussão na página do Facebook, por meio de likes, compartilhamentos e visualizações", disse João.

Silvia contou que quando uma mãe pergunta como agir com o filho, é hora de recorrer ao João. "Peço para me dizer como agiria se fosse com ele e, muitas vezes, o que conversamos me ajuda na resposta para os pais", ressaltou.

Postagem de blog retrata rotina de João Pedro além 
do diabetes (Foto: Silvia Azevedo/Arquivo Pessoal)

Blog
No início, a página contava a história da família Azevedo com o diabetes. “Essa era a ideia original, mostrar o nosso dia a dia, é por um tempo foi assim”, disse Sílvia.

Entretanto, depois a plataforma ganhou novas propostas, mais engajadas, como as “blogagens” coletivas no Dia Mundial do Diabetes e Sextas Azuis. “Passou a ser um veículo de informações sobre diabetes onde muitas pessoas buscam ajuda”.

A iniciativa deu tão certo que Sílvia e João já participam de encontros de blogueiros e especializados e em diabetes. Atualmente, tanto a mãe quanto o filho não conseguem imaginar como seria se não tivessem o blog ou então ficar sem ele. "Trouxe muita coisa para nossa vida e fez a diferença na de quem buscava auxílio também", finalizou.