.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Sem casa.. despojados de nosso #novembroazul

E como ficaremos nesse Novembro Azul pelo diabetes?

Sem casa.. sem chão.. e sem cor azul? Perdemos nossa identidade?

Uma outra campanha 'pegou' a ideia do nosso novembro azul pelo diabetes e fomos subtraídos. Mas só aqui no Brasil não seremos azul pelo dm, no restante do mundo sim. Triste, triste..

O que faremos? Nós Blogueiros de Diabetes continuaremos nosso trabalho de formiguinha, com certeza fazemos diferença!

Em nossos corações o círculo azul da vida pulsa sempre!


Arte Marcelo Raymundo

Participe do evento Novembro Azul pelo Diabetes, clique na foto e saiba como. É por todos nós, seja a gotinha azul que vem somar!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Atenção pelo diabetes #novembroazul

O diabetes pede atenção, nosso novembro azul pode cair no esquecimento.

Dia 14 de novembro é o dia Mundial do Diabetes, e é nesse mês que as campanhas sobre conscientização e prevenção do diabetes são intensificadas.

O diabetes não discrimina e já virou uma epidemia mundial, não adianta fechar os olhos para essa causa, qualquer pessoa pode vir a ter diabetes desde um bebê até uma pessoa idosa, essa condição requer muita atenção e cuidado.

O cuidar do diabetes é diário, só assim podemos garantir um futuro sem sequelas. Quantas pessoas tem membros amputados, ficam cegas, fazem hemodiálise, entre outros. Falta informação e educação de como proceder.

As pessoas vão começar assimilar o dia a dia com o dm quando as campanhas forem direcionadas no cuidar, educar e prevenir. Já fazemos isso, só que somos poucos diante de uma mídia que poderia fazer mais.

É preciso urgentemente mudar o olhar sobre o diabetes, custa menos prevenir e educar do que tratar as sequelas.

Conheçam o evento Novembro Azul pelo Diabetes, você não precisa sair de casa para participar, é só clicar em comparecer, trocar a sua foto de perfil ou de capa no Facebook e espalhar informações sobre diabetes. Essa realidade só vai mudar quando todos fizerem a sua parte, vamos formar a maior onda azul pelo diabetes!

#diabetes #novembro azul

Para participar do evento é só clicar na foto.

domingo, 3 de novembro de 2013

Bolo com café e alta tecnologia

por Ana Beatriz Linardi

Hoje a tarde começamos um novo ciclo, com nova bomba.
Fizemos um lanchinho à tarde enquanto fazíamos downloads e ajustes na bomba nova.
Idade difícil, a da Alice, de acertar as glicemias mas, com o apoio tecnológico vamos conseguir melhorar as médias.
Um super obrigado à querida Daniele Aguiar que esteve ao nosso lado esse período de teste, sempre atendendo prontamente nossas dúvidas, acompanhando as trocas e nos auxiliando com as novidades e à sempre querida Dra. Walkyria Volpini com seu alto astral nos ajudando a "pilotar" esse avião!


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Um círculo azul reeducando o viver!

O mês de novembro é carinhosamente chamado de mês azul em prol do diabetes.

Em novembro as campanhas sobre diabetes são intensificadas, cuidar, educar e prevenir são palavras chaves para garantir um futuro sem sequelas.

O azul é nossa cor oficial é através dela que nos identificamos! 

Qualquer pessoa pode ter diabetes, essa condição não discrimina. Ter diabetes não é opcional. Garantir um futuro sem sequelas é um direito e dever de cada um de nós. 

Lutamos por essa causa: diabetes não é o fim e sim, o começo. Queremos um futuro pleno, não somente para nossos filhos mas, para todos. Não é utopia e sim realidade.

O diabetes em si não limita desde que a pessoa tenha todas as oportunidades para tratar da condição, como:

- insumos em quantidade suficiente;
- terapia adequada (insulinas, análogos de insulina, bomba de infusão);
- suporte de terapia (atividade física, nutricionista, endocrinologista, etc);
- profissionais capacitados;
- informação e educação em diabetes ao alcance de todos;
-entre outros.

A cada novo diagnóstico de diabetes estamos reeducando o viver, reaprendendo os conceitos de vida. É para isso que estamos de azul!


Links para participar das Campanhas:




Vista essa ideia por todos nós, o futuro do diabetes também depende de você!

sábado, 26 de outubro de 2013

Bomba de insulina não é liquidificador

por Ana Beatriz Linardi

A primeira bomba de insulina de minha filha foi a Paradigm 522. Optei pela versão menor porque minha filha, então com 5 anos, não necessitava de um reservatório maior. Calculei que assim serviria por quatro ou cinco anos, tempo em que normalmente temos grandes mudanças na tecnologia que avança sem parar. E assim foi.

Chegou então o momento de fazer um “upgrade”.
Soube que na Europa Europa e nos EUA foi lançada uma bomba posterior à Paradigm 722, chamada VEO, que tem outras funções além da nossa já conhecida. Quando soube, fiquei interessada e entrei em contato com a Medtronic para eventualmente fazer o upgrade. A Única informação que tive da empresa é que a ANVISA não havia liberado e que não havia nenhuma previsão e que, no caso de eu fazer um upgrade, deveria ficar com a Paradigm 722  o que, na verdade, seria uma troca apenas pelo tamanho do reservatório e não um passo além em termos de tecnologia. E esse pequeno passo em termos financeiros, representava quilômetros.

Embora eu não tenha queixas em relação à Paradigm, em si, o relacionamento com a empresa sempre deixou a desejar. Falta de informações, um relacionamento que, por parte da empresa se manteve estritamente nos moldes comerciais e, mesmo assim, com erros e desencontros.

Fizemos o teste do sistema da Combo da Roche e aprovamos. Decidimos partir para esse modelo, que, para minha filha apresentou excelentes novidades e facilidades. E também porque senti uma proximidade maior em relação ao usuário.

Hoje foi o dia de recebermos a bomba definitiva dela. Chegamos em casa animadas e abrimos a enorme caixa. A caixa vinha com os insumos prometidos, o iPad esperado, nota fiscal do produto mas, para nossa surpresa, bomba mesmo, nada!

Era hora de almoço e tive dificuldade em encontrar alguém na empresa que pudesse me tranquilizar em relação ao ocorrido. Afinal, eu já havia pago o aparelho e tinha uma nota fiscal em mãos de algo que não constava na caixa. Por fim, independente do motivo, outra bomba será enviada por sedex, o que me prenderá em casa amanhã, até as dez, me obrigando a perder a reunião na escola da minha filha. Ok, erros acontecem, imprevistos também.

Mas não podemos ser tão passivos em relação a isso, por parte das empresas. Os  fabricantes de bomba de insulina devem treinar seus funcionários para que tenham em mente que eles nos fornecem, além de  um produto,  um serviço. Afinal, dependemos da empresa para manuseio eficiente do equipamento,  pois, o que está em jogo é nossa saúde e ou de nossos filhos. Por conta disso, não dá para ter relações estritamente comerciais.

Temos o necessário acompanhamento de um profissional para instalação, alguém a quem possamos recorrer em caso de dúvida mas um canal de relacionamento sempre aberto e que não nos mantenha no escuro, apenas como meros pagantes de seus serviços é essencial.

O fabricante tem obrigação de nos informar a respeito de seus produtos e dar satisfação sobre os produtos que estão ou não disponíveis para nós.

Estamos num tempo em que a tecnologia avança rapidamente e tudo vai mudando. Manter um cliente no escuro em relação aos seus produtos, enviar insumos trocados ou não “ter em estoque” os insumos de sua bomba, não são atitudes aceitáveis de uma empresa que atua na área de saúde. Porque cada vez que isso acontece, na ponta desse processo está o usuário, que é quem sofre as consequências. E esse usuário, em grande parte é uma criança.

Portanto, sejamos usuários conscientes e exigentes, coisa que ainda é incipiente no Brasil. E comecemos pelas bombas de insulina afinal, elas não são como liquidificadores.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

II Encontro de Blogueiros Roche Diabetes Care

Esse final de semana foi diferente fomos num encontro de blogueiros da Roche Diabetes Care. O melhor que participamos até hoje, super informativo!


 Além do que, tivemos a oportunidade de encontrar várias pessoas com quem mantemos contato virtual, pessoas com as quais interagimos, brincamos, trocamos informações e a amizade que cresce apesar da distância. Ter a oportunidade de transpor as barreiras virtuais é sempre um grande prazer e nos enriquece. E a amizade cresce.



As informações foram várias.

Assistimos uma palestra da Profa. Dra. Julia Kenj da Unifesp, sobre aspectos técnicos e tecnológicos da medição de glicemia capilar. Muitas informações interessantes que tentaremos aprofundar e repassar.

Também fomos apresentadas ao lançamento da Accu-Chek, o novo monitor de glicemias e suas vantagens.

A organizadora do evento, Raquel Tenuta está de parabéns por nos proporcionar um encontro rico em todos os aspectos, informativos e humanos.



As crianças também se divertiram, interagiram e pareciam que se conheciam de longa data! E foram brindadas, depois, com um gostoso passeio proporcionado pelas mamães.


Em breve retornaremos com novidades!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Fortes emoções e altas glicemias

por Ana Beatriz Linardi

O último final de semana foi no clima rock’n’roll.  Começou com horas extremamente agradáveis e delirantes no show do Black Sabbath em São Paulo, na companhia do meu filho mais velho.
Voltamos às três da manhã. Cansada, louca para um banho e cama.
Às seis, tocou o telefone. Alice, que havia dormido na casa de uma amiga: “Mãe, estou passando muito mal”.
Na véspera ela havia detectado um vazamento de insulina no cateter. Mediu a glicemia, na casa dos 400. Trocou e foi dormir.
Fui buscá-la e notei que o cateter trocado apresentava sangue, uma quantidade razoável também no interior da mangueira. Glicemia batendo nos 500.
Trocamos tudo. Vômito, mal-estar. Basal temporária.
Uma hora depois, glicemia ainda alta. Entrei com a caneta com insulina UR para agilizar o processo e verificar se havia algum problema com a bomba. Aumentei a basal na bomba.
Glicemia pouco alterou.
Foi assim o dia todo, até que a Alice começou a sentir dores de garganta. Sua voz ficou embutida. Amidalite? Explicaria as altas glicemias.
Mede de hora em hora, aumentam-se os bolus. Chegamos a 200% de basal.
Alice tomou um balde de insulina. Glicemias altas, sempre altas. Troca o local da cânula, usa outro frasco de insulina e...glicemias altas.
No dia seguinte de manhã, finalmente conseguimos taxa de 149. Muita dor de garganta, mas sem febre, Pronto Socorro.
Nenhuma placa, a garganta só vermelha, a instrução foi aguardar.
A partir daí as taxas começaram a melhorar, mas mantivemos basais de 160% mais os bolus na função “doença” que aumenta 30%.
No dia seguinte, melhora.
O que aconteceu? Acredito que um monte de fatores contribuíram para o descontrole. Virose, entupimento de cateter, vaso sanguíneo atingido, enfim. Juntou tudo mas, sempre fica aquela dúvida.
Diabetes não é cartesiana. Nós lidamos com ela numa zona nebulosa, apesar de cálculos, tabelas e relações pré-determinadas.
O importante é que tudo voltou ao normal. Por enquanto...agora vem a puberdade e sua montanha-russa hormonal.

Fortes emoções ainda nos aguardam. Espero que outros bons shows também!